Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

O cosmos nunca se engana!

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E hoje deu-me grande lição. Depois de dormir será tempo de voltar a zero e governar bem. Mas antes o cosmos hoje deu-me grande lição e está ficará para a vida e quando acordar só tenho que cumprir. Era meia noite e um quarto e tinha decidido só mais quinze minutos e iria embora de casa de uns amigos que estou a adorar conhecer e onde criei um afecto especial por um cão especial. Fui-me deixando levar, bebi pouquíssimo mas bebi e fumei de duas ervas. Quando saí depois de diálogos de observação sobre artesanato, trouxe comigo um papel. Já tinha objectivo de passar em um dos locais habituais e usar o desperdício dos outros. Ou seja aproveitar boas picas e fazer o meu. Como em erro continuado lógico que não iria seguir todas as leis! Passo pelo primeiro local e ainda pessoal, decido nem passar e continuo para o segundo, foi pouca quantidade e como sou forçado a mais movimento para cumprir o desejo de vício, pensei logo que tanto esforço já mereceria dois. Quando chego ao terceiro local tenho direito a um papel no chão, agradeço logo a Deus e digo-lhe como é grande. Ai consigo fazer o meu e ainda ter papel para o segundo. O segundo leva a voltar ao segundo local e infelizmente ainda três, acho não haver problema e a observação acaba por não ser a melhor, existe vontade em dar uma lição por violência, e noto logo em dois depois de parar e aceitar diálogo. Percebi o momento que quiseram ir buscar, e um esperou o momento de explicar o que fiz para fazer igual, foi as mãos de um deficiente, um vingador que não entende que apenas tratei como um igual e dei o estalo porque ele tinha agido mal e magoado fisicamente, ainda tenho a marca e podia mostrar se ele tivesse dado oportunidade, mas não era esse o interesse foi justiça pelas próprias mãos e sem ter observado, logo um mau juízo por natureza, deu-me um estalo, perguntei se estava satisfeito ele disse que sim. Então não sugiri outro. Mas como referi que estavam cheios de vontade em me bater, um outro dá um pontapé, assim pode dizer que participou na vingança, o terceiro elemento apenas assistiu, nada fez. Ainda fumava e vim embora sem o próximo e com um estalo e um pontapé. Fui básico em aceitar diálogo mas foi bom ter estudado o nível e os limites. E sinceramente fez-me bem, para o defeciente foi o vingador, para mim será o heroi. Isto o que deu o estalo, esse entramos em entendimento ele agiu no agora por revolta, eu à pouco mais de um ano agi por afirmação e tratei como igual. Desde então que não me dirige a palavra, não liga e bloqueou-me na famosa rede social. O seu primeiro vingador foi mais coerente e entendeu que não foi nada de mais e a abordagem foi outra e nesse mesmo dia já tinha levado dose de violência que chegue e ainda levei com dose emocional forte. Hoje este acto de básico fez-me pensar em outras coisas. Porque agi como básico? Porque não usei a minha sabedoria? Porque não cumpri o desejo inicial? Como mudei tão rápido para o desejo de vício! Estar a 70% achei fraco, ainda assim não fui totalmente básico e continuei a afirmação por dialogo e não usei violência. E entendi que não posso ser um mestre corrumpido e vou ter que reiniciar para a origem, se quero cumprir o meu desejo primário e cósmico. Assim quando acordar vai haver mais mudanças ainda mais do que esperado tudo graças a um estalo. Muito grato, tu ficaste satisfeito e eu também. O pontapé é para esquecer, o cosmos resolve por mim. O estalo eu agradeço logo sendo um equilíbrio cósmico quem praticou não deverá ter grandes problemas e dada a dimensão não foi nada de especial logo poucas consequências. E para eles eu meto nojo. Eu apenas vou voltar ao cientista inicial, buda, com ligeiras mudanças. E deixar os outros um pouco de lado por agora. E tudo isto sempre a ouvir em repetição uma única música, Estou além - ansia de vencer, do album de 2007 dos Super Dragões, um house comercial para a massa, uma boa rima e siga a melodia, continuar a lutar, e como já afirmei serei ainda mais portista quando vir equipa de escolinha, homens com a raça do Norte a fazer tudo, sem necessidade de nenhum estrangeiro, nem custos em vedetas, custos na escolinha isso sim a melhor ciência e técnica especializada e deixem lá as cunhas, não dá frutos que experimente outra arte. Numa altura em que me deu para ouvir som sobre futebol porque Portugal está na final e temos contas a ajustar com a França, vamos ver, força Portugal e Carpe Nunc e em cada agora o foco é equipa unida e focada no agora para cumprir o vencer. A cada agora a equipa mexe como um todo, não se foquem só na vedeta, mas ela no todo da equipa mostrará, se não conseguir mostrará fraca adaptação à equipa e se a equipa mostra fraqueza perde inevitavelmente. -- Enviado de Fast Notepad


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