Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

E sou uma flor...

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E sou uma flor, mas como em local árido, poucos são os que a entendem, poucos mais os que tentam amar, alguns até já tiveram o desejo de a destruir. E ela até esse desejo dos outros ela já sentiu, mas existem desejos mais fortes, os desejos dos que pouco entendem, mas reparam e tentam imaginar como é possivel uma flor em tal local! Os desejos dos que já sentiram um pouco do seu cheiro, mas respeitam os limites. E na flor existe o desejo de vencer, e sendo única o desejo que todos consigam cheirar o seu cheiro, sempre em respeito, para que todos possam perder o medo e consigam. E a flor vai conhecendo o seu meio, o que lhe é provocado, mas extrai do solo apenas o que quer, o que sente necessário. Nunca deixando que o seu desiquilibrio perturbe as defesas naturais, pois quando tal acontecer a morte estará por um fio. Contudo houve quem até já adormecesse a flor para a estudar, momentos que a flor tem noção de que existiram, mas nada recorda, tudo lhe foi provocado, foi movimento forçado e leis naturais deixaram de ser cumpridas. A flor ficou triste pelos actos, feliz por estar viva. Ficou num local condicionado, deram e forçaram a mais. Acharam e fizeram o melhor para a flor, mas estava num vaso. E com mais energia, quando a flor foi devolvida à sua natureza, ele demorou a equilibrar, mas agora produz um cheiro tão suave, que seres mais sensiveis sentem o seu cheiro. E atingiu a flor a sua totalidade, e continua a querer fazer cumprir o seu desejo. Que todos tenham o prazer do seu cheiro. -- Enviado de Fast Notepad

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