Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

domingo, 17 de julho de 2016

De que me serve a sabedoria?

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De que me serve a sabedoria?
Tal responsabilidade! Não queria!
Tentei delegar para a Sofia,
mas bateu-me na porta, a mim queria.
És tu que tem a energia!
E esta afirmação foi sentida,
fui obrigado a sentir vida.
Do corpo tentei fugir,
a esta dimensão, dizer não,
fácil tentar, dificil conseguir,
tenho que cumprir,
é minha obrigação.
E a energia é tão forte,
que não existe sorte,
existe consequencia,
do erro em frequencia,
pois a  tal consciencia,
pouco erro é permitido,
tudo é sentido,
e com sensibilidade,
ao todo é mostrada verdade,
das minhas sementes não verei fruto,
tantos antes de mim tentaram,
ainda sofro do produto,
pois tantos não experienciaram,
que ainda vivemos insanidade,
produto de fraco amor,
estado que existe em equilibrio,
estado que é tendencia natural,
mas ainda é provocado tanto desiquilibrio,
que a dor é normal.
Porque faltas tanto ao respeito?
Não temos escritas as leis certas,
temos mundo em incumprimento,
um mundo sem metas,
humano sem objectivo,
a adorar o subjectivo,
a comunicar mal,
achando normal.
E insanidade temos no agora,
que vontade de ir embora,
saber que tudo está igual.
Humano em ignorancia,
a achar que faz bom uso de inteligencia,
achando-se o topo racional.
E até naquilo que chamamos de ciencia,
o erro inicial,
esta a demonstrar a inconsciencia.
E enquanto o erro inicial não for corrigido,
jamais amor total será sentido.

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