Omninvi :: Invii demanda sapientia

Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Um dia optimo

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9 de Maio
Já passa da meia noite, portanto dia 10, se fosse para a operadora de telecomunições já estava sem poder fazer chamadas, para o banco, só depois das 07h terei acesso ao dinheiro de dia 10. Assim agora ainda não posso tratar de pagar dívidas! :(
Hoje foi um dia um pouco invulgar e estou decidido a deixar de fumar, tornou-se um desejo, logo vai ser mais fácil ter sucesso, até aqui só queria.
Jantei tarde e fora da hora habitual. Quis fumar o último paiva, pois tenciono abandonar o haxixe, não tenho tabaco. Visto o casaco e verifico num bolso um maço, tinha uma pequena pica e pensei, isto mais a pica que coloquei á pouco que a amiga teve a gentileza de dar para colocar no cinzeiro, mais a que tinha colocado para o chão e afirma ser correcto, deu para fazer este que ainda tenho na mão  enquanto escrevo este texto.
Eu nas escadas dentro e lá fora toca algo francês, ri-me para dentro, ele sei que não percebe, ela não conheço, mas um daqueles momentos para impressionar, e como não estou a ver, só a ouvir, imaginei youtube sem legendas. Como tive curiosidade no som, ia instalar uma aplicação para me dizer qual era e problemas quebram o momento.
Fez sentido e ainda aqui estou, a escrever, perder tempo a reportar o passado à moda antiga mas na tecnologia, um tablet.
Antes tinha colocado a um amigo o desafio de ler o meu caderno com a minha definição de amor, foi divertido. Uma amiga tenta interromper pois não conseguiu observar que ele estava a ler, outro amigo estava a cronometrar, e nos entretantos brincadeiras sobre a sociedade, o casal e o dinheiro. E tentei explicar a diferença entre dominador e dominante, esta devo a outro amigo.
A tarde resume-se a lei da atração, adorei a visão de um amigo que tentei ajudar. Ele não aceitou vir comigo falar com a assistente social do magalhães lemos, pois se estivesse quem conheço ia fazer abordagem para ver alternativas.
Anulada essa tentativa fomos a uma empresa camarária, pois eu e o meu amigo necessitamos de habitação. Lá a minha opção é preencher uma ficha, duas opções, mas a funcionária disse logo para trazer depois, quando olhei o verso e vi a documentação necessária entendi o ridículo mas necessário. Vou ter que perder tempo, a minha identificação toda top chipada não é suficiente!
Aguardei por ele e o resultado foi igual, ele como quer sempre mais informação demorou mais tempo, a mim a funcionária deu números, cerca de 3000 inscritos e estimativa entre 3 a 8 anos. Do meu amigo obtive que dão prioridade a casais, do agente da porta obtive que também é necessário algumas casas livres para excepções.
O meu amigo quer trabalho, eu, tempo para mim e paz, pois em casa tenho muitas barreiras e perturbações, contudo valorizo familia, o que cria um desiquilibrio que tolero mas não aceito.
O meu amigo tentou demonstrar bastante que valoriza as leis naturais, contudo senti muita força de ideia mas ainda, tal como eu, a falta de prática. Mas reconheço que a vida já lhe mostrou muito.
Contudo vou dar o exemplo da lei da atração, como tudo ocorreu naturalmente, espontaneo e inesperado. Mas eu sou daqueles que se delicia com inesperado, pois ele é raro.
No caso a demontrar é um exemplo onde se mistura lei natural com regra humana, contudo elas estão de certa forma relacionadas. Vejamos, andar pela esquerda ele cumpre, passadeiras, verdes, ou seja um regrinhas como eu.
Estavamos de volta e refiro que dou preferencia a não ir por onde viemos, pois prefiro fazer movimentos circulares. Ele tenta afirmar que ao voltar pelo mesmo caminho tem oportunidade de corrigir o que não consegui. Disse-lhe logo que isso é redenção, que está a assumir o erro, e ao voltar acha que consegue corrigir. Dei-lhe um ensinamento Zen, é no agora que tem que corrigir, mal comete o erro, corrige.
A um dado momento ele mantem a esquerda e vai em frente e eu corto para ir para a esquerda da outra rua.
E nessa rua e nisto de andar na rua pela esquerda cumprindo a regra, vou pela esquerda à minha frente começa-se a aproximar uma humana ruxuxuda e penso, não queria sair do pequeno passeio, e pela minha esquerda tem um acesso aparece um casal de adolescentes, a ruxuxuda pára e deixa-os passar e deu oportunidade para ela acelerando um pouco não me perturbar, eu fiquei grato, não só por poder cumprir o meu desejo e a regra, como também pela partilha do seu seu sorriso, também partilhei o meu óbvio, e este sorriso diz muito e não é falso.
Continuo para continuar a cumprir esquerda depois de uma passadeira, sou obrigado a ir pela rampa de inválidos, pois fica a condizer, e continuo pela esquerda, dou de caras com o meu amigo a não cumprir a regra, ele pergunta se vou a pé ou não e eu digo que sim mas que vou pelo mato real.
Ele continua este é o primeiro cruzamento e incumprimento, eu vou pela queda de água, boas frequencias e no fim uma fonte de onde bebo um pouco de agua, mas como não gostei não bebi muito.
Subo depois do monte as escadas e descubro que estou à frente dele um pouco mais tarde e sempre a cumprir verdes e esquerda.
Depois de um entroncamento sai um homem, vem para o passeio e bloqueia-me a passagem, então ele para, eu mantenho-me parado e depois de quase 5 segundos eu pergunto se andou na escola, queria poupar tempo devia ter esperado mais dois em silêncio como de habitual, perdi tempo, a pergunta dele foi quem eu penso que sou. Eu voltei a perguntar se ele andou na escola e fez mais duas além de já não estar a respeitar, usou violencia, como não reagi a ela, ameaçou que me levava para a esquadra! Ver básicos na autoridade mete nojo, mas são mais que as mães!
Então além de lhe perguntar se estava a achar bem o que estava a fazer, ainda lhe referi que sendo autoridade devia saber as regras. Mas um básico na autoridade  está habituado a abusar da autoridade e está habituado a abuso de poder, eu estou habituado a regra, metodo e boas práticas, violência um recurso a evitar. Mas pronto este foi o ponto de equilibrio pois não podia ser tudo positivo, mas fiquei surpreso pois nunca tinha visto uma autoridade abusar tanto e não admitir que errou foi embora a achar-se dono da razão, quando nem se trata de razão é só analisar quem não cumpriu? Quem errou mais? E foi quem saiu dono da razão e chateado, e eu a continuar e a rir e ainda a rir-me mais por dois motivos, o meu amigo do lado direito e eu parado pela autoridade agora atrasado na esquerda, nunca uma autoridade me tinha mostrado o distintivo tão rápido e por algo tão ridiculo, achar-se acima da lei e das regras!
E acabamos os dois no mesmo ponto, abrigados, pois para o fim do percurso chovia bem. Ele melhor equipado que eu, pouco molhado, eu não aguentei e tive que ir a casa tomar banho e mudar de roupa.
Tinha combinado com ele perto das 14h, aparece perto do meio dia, interrompendo um momento desejado, mas como o meu desejo de ajudar era maior, ignorei.
Tinha observado uma amiga num momento lindo e acabei sem a oportunidade de partilhar com ela a minha observação.
Sentados no café tenta justificar uma função extra do pires, ignora o cinzeiro e a sua função e coloca a pica no pires. Dá mais valor á chuva que à cinza, comentando ser um insulto a ela, deitar cinza numa poça de água que referiu ser chuva.
E como estes pormenores detetei mais, e como tem ideias fortes e fixas, não achei bom ele ter ficado tão dogmático, contudo já entende muito e notou a lei da atração, mas esta tem muitos truques mesmo sendo básica e estes pequenos pormenores impedem muito de acontecer, contudo ele já entendeu que fazendo tudo certo muito funciona, mas ainda, tal como eu falha detalhes. Eu falho uns, ele outros, então tivemos um momento 90/10 e espero que os meus 10% tenham sido suficientes, pois ele ajudou na compreensão e motivou eu voltar a continuar o meu desejo principal, mas mostrou-se pouco ouvinte, logo considero isso um problema, está dono da razão.
E uma das hipoteses de solução para os dois seria viver juntos, mas para mim teria mais barreiras e chatices com ele, do que com a familia.
Ele entendeu que sou muito como ele, mas eu entendo que lhe falta algo que eu já conquistei, humildade e tolerância demorei muito para compreender a tolerância e como muito errado eu não aceito nem sempre consigo tolerar. Com ele entraria em choque pois tentei ajudar, mas como disse ideia forte, acha-se superior e isso eu nunca fiz, chamo básicos como nietchz chamava ignorantes, mas como entendo que existe inteligencia, a vontade de sair de básico tem que nascer no próprio e tolerar a mais não o ajuda a melhorar. Contudo antes mostrava indignação e revolta, agora brinco e uso o riso e ironia como arma e mantenho mais o sorriso.



domingo, 8 de maio de 2016

Reguladores portugueses são palhaçada

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Hoje começaram os dialogos do dia com o voluntariado, dadas as falhas, ficou rapidamente concluído que não funciona e é um erro.
O assunto mudou para a regulamentação, e Portugal é um bom exemplo de como a regulamentação está em cumplicidade com o sistema e os lobbys instaurados.
Senão vejamos, nas comunicações continuo a ter caixas com software malicioso, pois não notifica devidamente o cliente de uma subscrição feita, porquê que está bem no VOD e não existe o mesmo interface a notificar o cliente quando é um canal. Dizem que dá para bloquear, mas o cliente não é formado para a utilização e boa prática do software. Então muitos clientes são roubados pois não se apercebendo do acontecido só na factura do mês seguinte é que reclamam. Este aproveitento da ignorância do povo é a prova que o regulador não os protege. Já conheci casos que não chegaram a tribunal, onde a própria operadora activou o canal, ficando provado que não foi sequer o cliente que activou.
Ando quase à um ano à espera da regulamentação do jogo, todas as apostadoras não estão certificadas no país, contudo existe um regulador que também é operador, grande lobby, e esse anda com apostas desde então aproveitando o facto de estar sozinho no mercado paga menos em relação a todos os outros. Sendo assim imagino que este regulador/operador tenha interesse em adiar o processo, pois enquanto não existir regulamentação ele continuará a ganhar imenso.
Não estará na hora de diferenciar estas actividades pois se continuo a ter um regulador/operador então vou continuar a ter esta terrivél injustiça que já originou a apostadores profissionais a sair do país e a ter uma instituição que me está a mostrar um grande lobby e força no sistema.
A meu ver esta instituição está em prática ilegal, pois está com todo o monopólio de jogo no país e tenho uma governação que permitiu, então não existem regras de mercado? Pelos vistos não e vou continuar a ver uma única apostadora no mercado, como disse grande lobby.
E para quem não souber de quem falo, refiro-me à Santa casa e ao seu famoso Placard, a Placard está ilegal no mercado, pois se não existe regulamentação para os outros ela também não devia poder, pois em que regulamentação se baseia, se esta está quase à um ano a ser feita e ainda não está activa. Quem deu esta licença especial à Placard que pelos vistos é mais do que os outros e está sozinha no mercado a ganhar milhões.
O povo sendo ignorante na matéria usa um serviço que nem está bem, pois obriga a gastos de papel desnecessários e transtornos de deslocação e claro entrou a prática ilegal, apostadoras clandestinas que já nem usavamos pois tinhamos opções legais online.
Bem-vindo a Portugal, mas não é só cá, este é um problema em todas as democracias, regulamentações que entram em cumplicidade com instituições lucrativas e não protegem quem usa, o povo.
Neste artigo apenas falo de duas, uma até afirma mudanças, mas claro que os problemas que refiro vão continuar.