Omninvi :: Invii demanda sapientia

Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Recupera o amor dentro de ti

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Não és normal,
Qualquer ser é especial.
Tornaste-te desiquilibrado? 
Tens que voltar a equilibrar, 
assim permite o saber amar.
Equilíbrio é amor.
Assim começa o ser,
o meio faz o desiquilibrar, 
e provoca dor.
Mas em dor não podes viver,
volta a sentir o teu amor,
aquele que és em criança.
Deixa os outros sentir o cheiro,
Daquele que não perdeu a esperança, 
Daquele que foi o primeiro,
E cá está para deixar boa lembrança.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Mais um esquema de Gigante

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A industria de tabaco sempre as soube fazer, isto é, sempre dentro da legalidade. Bem nem sempre, mas neste caso sim. Neste momento no mercado estamos presentados com cigarrilha com filtro! Será boa opção escolher estes produtos baratos?

quinta-feira, 10 de março de 2016

Ajudar com o TeamViewer foi mesmo fácil!

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Ligação remota a um amigo via TeamViewer
Estava pelo Facebook e sou abordado por um amigo com um problema! Não tinha som! Como me disse que tinha formatado a maquina, tudo explicado, drivers!
E agora fazer transferência do driver e instalá-lo!? E explicar isso por mensagem sem saber que placa de som tem na maquina!
Bem um cenário complicado e decidi para ajudar em instalar o TeamViewer. Ambos o fizemos, ele no seu XP, e eu no meu tablet.
Correu tudo lindamente, consegui entrar na maquina dele remotamente pelo meu Tablet e resolver o problema! Correu a 90%!
Ele depois de ter som nem quis saber de mais pormenores hehe.
E portanto a equipa do TeamViewer está em grande.

terça-feira, 8 de março de 2016

Mulher

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A ti, ser humano que chamam mulher,

peço que não esqueças que sempre foste lutadora,
sempre foste submetida a sacrifício,
E que a luta continua, sim tens todo o direito.
Esquecem que és o ser mais perfeito,
Obrigam-te a seres jogadora,
És mais bela sem artifício.
Lembra-te que depende de ti a vida,
e pouco generosa estas com a natureza.
Queres uma vida de realeza,
E conseguindo, não ficas preenchida.
Lembra-te que tens que cumprir,
Senão o fizeres pouco conseguirás sorrir.
E se tu, que consegues melhor sentir,
Não equilibrares o ser racional,
Pouco ficará para sentir,
daquilo que ainda sentes como natural.
Nunca será tarde,
para lutar por verdade,
por honestidade,
transparência,
Se tu mulher,
ajudares na luta,
pela igualdade,
esquece o direito da mulher,
esquece o ser igual,
o que tens que convencer,
é o ser especial,
o ser diferente,
o direito igual.
Sim direitos iguais,
todos diferentes,
não existem normais,
existem especiais.
E tu mulher,
és o topo do especial,
aquele que trás amor,
luta, para diminuir a dor,
para ser mais fácil o amor e a criação,
ter família é bom ideal,
algo que começa a ser anormal!
Se assim for a tua luta,
juntar-me-ei com paixão,
qualquer outra é para mim ilusão.
Mãe criadora,
mãe lutadora,
mulher que se sacrifica,
muito merece,
justo reinvindica,
E de carinho carece!
Que se passa?

domingo, 6 de março de 2016

Recordo-me de ser ambicioso

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Recordo-me de sonhos ambiciosos!
Ainda assim o primeiro sonho, morre!
Substituído por coleta de momentos, deliciosos!
Fiz o que desejei naturalmente,
Foi uma delícia.
Mas ser criativo não aguenta prisões,
E não houve senões,
Pois foi vir embora sem pensar,
No momento foi chorar,
O seguimento foi liberdade!
Mas só a mental,
Pois a física condicionada é obrigatório estar.
A liberdade de movimento fascina, ausente.
Movo-me normalmente, como a natureza me fez.
Nunca serei normal,
Serei sempre um ser diferente!
Apelo a direitos iguais.
Na Igualdade ainda não vejo luta!
E antes iludido estava!
Pensava que o sistema funcionava!
Agora entendo quanto lixo tem a máquina,
E nenhum varredor capaz,
Nenhum limpador técnico profissional,
Conseguirá o método ou técnica,
Pois a vontade da prática será inexistente ou incapaz.
Mas ainda antes de pensar assim,
Havia um sonho que era mais um desejo,
E esse não morreu,
Mas esse já não anseio.
Esse ajudou na transformação,
Mas aquele que antes amava o jardim,
já não quer saber do seu meio!
E tolerância a mais, a abusiva destruição!
E eu!
Eu sou lixo no meio de lixo,
Um bicho no meio dos bichos,
Um animal no meio dos animais.
E meu?
Meu, nem o meu corpo é,
Ele é emprestado,
Nem sempre trato bem!
E não sendo de ninguém,
Como existe tanto que diz que tem!
Como existe tanto ser aprisionado!
E eu pergunto ser humano, como é?