Omninvi :: Invii demanda sapientia

Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Pensamentos sobre vitória e derrota

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Amo a derrota, não por ter sido vencido mas porque me leva a aprender algo de novo. Vencer nada trás de novo, apenas uma satisfação de um momento.
Então amo o desequilíbrio que a derrota provoca, ele é natural e fica mais simples equilibrado entender o motivo da derrota e aprender.
Vencer apenas significa que consegui mostrar o que sei, ou que o que sei, foi suficiente, nada trás de novo. Ficarei mais satisfeito com a excepção, que apesar de trazer algo de novo, consegui superar.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Procuram soluções? Elas não estão no movimento

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Escrevi o artigo anterior, sobre a República das Bananas, uma indignação comum de más práticas, contudo pedem-me soluções e o assunto é bastante complexo.
Dou como solução a paragem e sim esse é o princípio mais lógico,  quando não concordo não posso ser cúmplice, páro.
Num principio geral Zen, o mundo está perfeito, pois se acham que não, corrijam o erro no agora, e amanhã estará melhor, contudo perfeito, sempre perfeito, pois está como sabemos. Sabes melhor? Faz, não fales, pratica no agora.
O português não é povo de métodos, contudo já está demonstrado pelo japonês que existe métodos para tudo. Sabes melhor método? Mostra, para se poder observar e começar a praticar se efectivamente é melhor prática.
Mas o português é dono da moral e das más práticas e hábitos são difíceis de mudar, estará o indivíduo com vontade de mudar?
Não, as más práticas são aceites moralmente, por isso vou contra qualquer moral, a moral prejudica a evolução, ela não existe fora da mente de um grupo, e o grupo aceitando a má prática moralmente, vai praticando o mal e  diz que o outro também o faz. É assim em Portugal o outro faz eu faço, e ainda vendem a moral: e se o outro se deitar da ponte também vais? Não, cada um usa a moral no seu egoísmo, para seu próprio benefício.
Assim esta prática egoísta normal vai mantendo as más práticas e a sua aceitação, criando tolerâncias que quando rebentam prejudicam normalmente alguém sem grande culpa.
Não devemos tolerar muito tempo algo que não aceitámos, o espírito vai fazer-se sentir e o indivíduo vai tarde tentar algo que detesto, a redenção. Quem procura redenção já provocou muito mal, porque merece o meu perdão? As desculpas evitam-se e se fizeste mal, ficou registado, nada existe para anular, está feito. ASSIM EU NÃO ACEITO PERDÃO. É palhaçada fizeste, está feito.
Esse é o mal das religiões tentarem convencer que a redenção existe, fizeste mal ao todo vais pagar as consequências nada te salva, nem a lei, nem a morte.
Então procuro que o indivíduo tenha mais consciência das boas práticas, pois elas existem. Que o indivíduo corrija rapidamente um erro que cometeu, pois aceitar o erro e corrigir é boa prática.
Mas estou em Portugal, logo não existe preocupação no ser em ser um ser humano, mas sim em ser um bicho manipulado pior que um animal irracional, então ninguém vai iniciar o princípio de não movimento, pois a revolução do ser desta Era não pode começar em Portugal, um país com uma mentalidade reduzida.
Iniciar a paragem do Mundo Humano, será a principal revolução desta Era, pois movimento já não muda nada, mas a ausência de movimento vai fazer acontecer tudo.
A ausência de movimento no ser leva-o ao seu encontro, e quando biliões o fizerem será impossível de parar e afectará o todo da forma mais positiva e incrível que o ser humano alguma vez experiênciará, o Zen não ficará perdido, ele trará flores desabrochadas e cheias de odores novos.
E tu quando vais acordar?

República democrata! Mais República das bananas!

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Pergunto-me quantos portugueses leram a constituição da República! E quantos concordam com tudo escrito! Quantos portugueses conhecem as leis que estão submetidos? Tantas leis farão sentido? Quantas sabe a população geral? A resposta é simples nenhuma. Ninguém sabe quantas leis e que leis tem o país! E poucos são os que leram a constituição sem serem obrigados.
O povo vai tendo umas noções gerais e mantém a ignorância,  e depois está à espera de quê?
Acho lamentável pois todos querem direitos, ninguém quer cumprir com os deveres, será que não entendem a ligação?
E vem uma Europa querer mais direitos e deveres mas sem construir uma base sólida que o permita. Desde a sua constituição que se houve falar de injustiças, e que tem sido feito nesse sentido? Como podem pedir que seja civilizado, ambientalista e ecologista quando para ter esse estatuto ou atingir esse patamar, sou obrigado a gastar o que não tenho!
Como podem fazer leis que nunca aprendo, nunca aprendi nem colocam a aprender, pois os únicos que as aprendem é para ganhar dinheiro, ou investiram em quê!
Falam de democracia mas não vejo nunca o poder do povo, e ainda dizem que democracia é o poder do povo, e claro quem aceitar esta definição apenas conclui que ela não corresponde.
Serão precisas assim tantas leis para o entendimento humano? A prática mostra que não pois o humano do povo vai agindo com respeito e nada lhe acontece mesmo não sendo conhecedor de leis!
Um humano que aja sem prejudicar o outro o mais certo é prejudicarem-no a ele, mas protegido deveria estar e a lei deveria protegê-lo, raramente acontece, pois este ser não tem conhecimento para reinvindicar o seu direito.
Vejo constantemente as pessoas a irem contra a lei, quase que é natural, e certas leis aqui em Portugal, as pessoas nem as conhecem e claro por ignorância ou não praticam a ilegalidade.
Quantas pessoas alimentam pombas?
Quantas pessoas têm animais ilegais em casa?
Quantas pessoas fumam e deitam os resíduos para o chão?
Quantas pessoas deitam lixo para o chão?
Quantas pessoas praticam provocações? Bulling psicológico.
Quantas pessoas maltratam violentamente? Bulling físico.
Estas são as simples depois o oportunismo leva a mais, pois existe quem queira conhecer a lei para a manipular, para manipular outros e claro sempre por interesse e benefício pessoal, o todo pouco importa.
Existe quem venha de África com más práticas e pouco conseguimos fazer para proteger o indivíduo pois em muitos casos este nem se queixa.
O oportunismo e a falta de respeito é constante e se o povo faz e influência muito, imaginem o topo fazê-lo, o quanto não influência.
E perguntam-me como resolver, e o como é complexo, pois greves já nada fazem e o ser parar é aparentemente uma solução pouco viável,  na realidade o povo mostra medo e não consegue parar, e o político aproveita para continuar.
A solução é o povo parar, mas este tem medo de estar quieto um mês sem consumir, sem ir ao café, ao cinema, sem ver televisão,  sem ouvir rádio, sem exercer a função que o treinaram, e enquanto este medo estiver presente nenhuma solução nova será apresentada. Ou não terão já muito os políticos em gaveta!?

E o relógio continua a contar... sem resposta nem local para me queixar!

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E com o sistema de feedback extraordinário que a Google tem, está a fazer-me perder tempo e ficar preocupado, descobri um série de aplicações que têm acesso aos meus dados, neste momento não confio e não posso remover as aplicações pois não estão listadas, a Google não tem nenhum local para reportar tal acontecimento! Verifico que as aplicações continuam com acesso aos meus dados e nada posso fazer.
Neste momento deixei de confiar na API da Google e não vou aceitar nenhuma aplicação de terceiros que queira aceder aos meus dados, pois neste momento verifico que não consigo ter nenhum controle, e já passaram dois dias e eu sem resposta do famoso gigante, um gigante que desceu e muito na minha confiança. 
E o tempo passa e os meus dados acessíveis a quem já não confio!

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Blogar no Android

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Escrever, colocar imagens e formatar o texto é a tarefa simples que se pede a uma aplicação que diz que permite blogar. Assim andei pelo mercado e acabei a testar o top 3 de transferências. 
Blogger
Aplicação oficial, só formata o texto se tiver sem imagem, não permite a colocação de imagem onde se pretende e no que diz a edição não é uma ferramenta recomendada, contudo acede bem aos conteúdos em rascunho ou já publicados. Uso para edições rápidas e simples, se o artigo for de edição complexa não cumpre.
Blogaway 
Tenta dar uma formatação melhor do que a ferramenta oficial, contudo tive erros no acesso aos rascunhos e quando decidi não confiar na aplicação esta não aparece na lista de aplicações permitidas.
Aparentemente melhor do que a oficial mas deixa a desejar no controlo dos conteúdos. Gravei um rascunho e nunca mais tive acesso a ele, na oficial estava disponível mas o Blogaway não mostrava. 
Bloggeroid
Ao contrário das anteriores trabalha os artigos localmente e em modo avançado, permitindo a total formatação mas obrigando o editor a saber código HTML básico. Para quem edita local fora é uma boa ferramenta para publicar pois este modo avançado assim o permite. 

Em suma ainda não existe uma aplicação que permita blogar de forma prática e intuitiva, a Blogaway tenta aproximar-se mas deixou a desejar pois neste momento qualquer aplicação que me mostre erros estúpidos eu limito-me a desinstalar e não perder mais tempo. Assim tenho duas aplicações instaladas para o mesmo fim, pois só com as duas tenho melhor controlo do que pretendo e mesmo assim, sou obrigado muitas vezes a usar um PC.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

E Google a fazer-me perder tempo! E transmite-me insegurança!

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Validei uma aplicação que agora não confio, para meu espanto esta é mais uma de  duas que validei não me aparecem na lista de aplicações para anular o seu acesso, já reportei para a Google, e não tinha zona para o fazer pois a Google com o seu sistema fez - me perder mais uma hora à procura de algo e não está no local que devia.
Isto a meu ver é uma enorme falha de segurança, pois agora tenho aplicações que Validei acesso, quero anular o acesso pois não confio e não tenho como, neste momento aplicações que não confio podem mexer e aceder aos meus dados e eu não posso fazer nada, grande Google! 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Chamam-me hacker! Parem nem nome tenho :)

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Quando algum tempo em contacto comigo, muitos ficam com a ideia que sou hacker! Quando normalmente interrogo da definição fico com a ideia do costume, uma definição subjectiva e mais focada na ideia do pirata informático. 
O bicho, o ácaro é um ser minúsculo, e o termo aparece daí, um ser minosioso, que leva um tema à exaustão e pormenor. No âmbito tecnológico conhecer uma máquina no seu todo, estando ciente das suas capacidades é ser hacker, conhecer um sistema de igual maneira é ser hacker. 
Levar um jogo à sua exaustão e pormenor é ser hacker. Mas como tudo tem sempre várias perspectivas é a acção que vai definir o verdadeiro hacker, o que encontra o erro e ajuda a supera-lo e o que usa o erro em seu benefício. 
Nesta destinação define-se agora o White e o Black Hacker, a sua acção define. Muitos ambicionam ser hackers facilmente tornando-se black hacker, cuidado pois quando interrogo para que querem certos conhecimentos, muitos já entenderam que deles não precisam pois o tempo que iriam perder, depois para ser recuperado em dinheiro iria obrigar a más práticas, tem sido fácil em desviar amigos deste caminho, mas só pessoalmente se torna fácil, na web nunca falo sobre este tema com ninguém, nunca consigo ler o outro lado.
E confessando que já mexi em sistemas alheios, a única vez que alterei dados, foi uma vez numa fábrica de azulejos daqui da zona de Gaia, que tinha os seus azulejos partilhados na rede local e para toda a Internet,  alterei o autoexec para avisar da situação. De resto as brincadeiras com BO, e algumas mais não são suficientes para ir ao nível de um Black hacker, e neste momento o conhecimento sobre tanta coisa é tão elevado que me dou ao luxo de entitular de Guru e não de hacker, pois o meu ativismo é mais de consciência do que de acção. 
E escrevo este artigo pois estou a jogar um jogo e Chamam-me de hacker e cheater e cai tão mal, pois apenas estou a jogar e usufruir das regalias que o próprio jogo dá, eles é que estão pouco atentos, então malta, se querem ser top em algo têm que estar atentos a todos os pormenores.