Omninvi :: Invii demanda sapientia

Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O que recordar!

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E não sei que jardim,


trazer hoje até mim.


obras do passado


que ficou marcado


frutos da ilusão


da infinita imaginação.



Assim fica registado


aquilo que foi amado,


Tudo fruto do passado!


Assim ficou marcado,


para com beleza ser recordado.


Uma rosa branca ou um escorpião?


A qual dizer não?


Um lago num oasis ou uma quase floresta?


Já pouco mais resta!


Falta o da simplicidade!


E a cair na realidade,


hoje é dia não,


para me prender na emoção.


E de ir para o passado embelezar,


aquilo que me custou ultrapassar.





Philo Philos Pachem


Até por acaso

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Desistir!

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Não desisto!


E não sei porque insisto,


em imaginar,


que um dia me venhas a amar!


E continuo a lançar,


aquilo que te posso dar.


Se por palavras tens prazer,


não me fartarei de escrever.


Está cada um em seu canto,


onde o amor não merece espanto.


E eu no meu lado,


absolutamente maravilhado.


Olho o passado com delicia,


mas o presente com menos alegria.


Pois consigo passar do sorriso ao choro,


e a mim imploro:


Pára de imaginar!


Está-te a matar!


E a cair na realidade,


fico com a triste verdade,


entregue à solidão,


onde não há ilusão.




Philo Philos Pachem

Até por acaso

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Amor

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Para me dar a entender,

tenho que escrever.

Não me posso pronunciar,

impedi-me de falar.

Só lancei uma semente

e pediste-me para entender,

mas fiquei sem saber.

Saber se te tocou

ou simplesmente voou.

Pouco me importou,

sementes continuarei a lançar.

E que fosse amizade,

queria mais na realidade.

E já amei,

e quero a amar continuar.

E entendo,

como é barreira o medo.

Como podes amar

quem ambiciona nada!

Quem tem nada!

Apenas amor para partilhar.

E quer não ter-te,

mas amar-te.

Para que não sintas apego,

mas te sintas amada.



Philo Philos Pachem


Até por acaso