Omninvi :: Invii demanda sapientia

Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Abandono político de dalai lama

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Finalmente o líder espiritual assume o que é, e deixa o cargo político certamente em mãos de quem defenda a causa tibetana.
Pronuncio-me e sinto-me contente porque amo buda e aquele que se assume como líder da sua causa deve conduzir seus adorados à iluminação. Ser político poderia ser útil para falar a massas, mas não afecta o indivíduo como devia logo a sua função espiritual é nula, apenas serve de guia superficialmente. Espero que agora a sua entrega seja absoluta e que consiga cumprir a obrigação à qual se entrega, a de iluminar.



http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1948276
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sábado, 6 de agosto de 2011

O segredo

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Está sempre presente,

Mas tu estás ausente.

Não existe pressa,

Pois é intemporal.

Não lhe interessa,

A tua moral.

Não está escondido,

nem perdido.

Está para além da sociedade,

para além da mente!

É algo que se sente,

Algo que não mente.

Algo que te faz ver a verdade,

E esquecer a falsidade.

E podes, mais que uma vida demorar,

para o segredo encontrar.

Até esquecer, o procurar.

Ele continuará presente,

o bloqueio está na mente.

És tu quem está ausente.

Aceitas fragmentos,

Não aceitas a totalidade.

Veneras momentos,

falseias a realidade!

Até chegar o momento,

do arrependimento.

Ridícula a razão,

a pedir redenção!

Quer falar o coração!

Não querias ouvir,

o que te fazia sentir.

E agora perto do fim,

Lamentas a flor,

que cortaste do jardim.

Símbolo de um amor

que não parece ter fim.

Mas no fim atingir,

pouco haverá para usufruir.

Precisas de não ter medo,

muito mais cedo!

E na dificuldade da simplicidade,

a técnica encontrar,

para a não-mente te levar.

E sem medo,

descobrirás o segredo.


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quarta-feira, 15 de junho de 2011

O meu Porto

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Temos talentos e tecnologia,

não temos tolerância, temos teimosia.

Temos orgulho de ser,

como marca de identidade.

Assim é o viver,

na minha cidade.

Talvez mais nostalgia,do que verdadeira alegria,

pois habituados a viver,

ao lado do sofrer.

A sorrir de uma maneira diferente

se fez forte a minha gente.

Povo acolhedor,

gosta de honestidade,

e escondendo a dor,

mostra a sua bondade.

Então não sejas abusador,

trata o povo com humildade,

e sentirás o amor,

que tem para dar a minha cidade.



Philo Philos Pachem

Até por acaso

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A olhar o Porto

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Não se ouvia o canto,


daquele que navega o rebelo.


Ouvia-se o chilrear das gaivotas.





Philo Philos Pachem


Até por acaso

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Não fujas, luta.

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Durante anos foste acolhido,

e agora sentes-te perdido.

Aqui não vês solução,

tornas-te parte do problema.

Aqui ainda te deitam a mão,

saindo és mais um no esquema.

Mas por que lutar?

Para quê ter tanto trabalho?

Quando é mais fácil emigrar,

e mandar o país pró caralho!

A culpa é sempre de todos,

mas é preciso responsabilizar,

temos que mudar os modos,

do país governar.

Todos culpam o sistema,

mas contribuem para o problema,

deixam-se acreditar,

confiam na esperança,

e andam a dançar,

a eterna dança.

És um cidadão do mundo,

sim é verdade,

mas para mim, no fundo,

és um covarde.

Fugir nunca foi solução,

sempre mais fácil que lutar,

e para o bem da nação,

tens que ajudar,

tens que participar,

tens que votar.

E se não continuar bem,

a revolta vem.

Não podemos é parar,

nem pensar em fugir,

temos que mudar,

para podermos sorrir.



Philo Philos Pachem


Até por acaso

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O voto em branco, um olhar diferente!

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Ainda pensando no voto em branco, mas agora uma questão!
Tenho falado com
imensos amigos que nem sequer participam no sufrágio achando que é o
melhor acto. Afirmam que se forem votar em branco que seu voto é violado
e repartido pelos partidos! Claro está que existe sim essa
possibilidade, voto em branco é mau para todos os partidos. Mas com ou
sem violação é sempre melhor participar do que ficar frustrado e a dizer
mal, quando não contribuiu em nada. Na dúvida o voto em branco é a
melhor opção. E então, acha que se votasse em branco o seu voto ia ser
violado? Participe, na sondagem ao lado.
 




Philo Philos Pachem


Até por acaso

sábado, 7 de maio de 2011

Gestão, Gestão, Gestão

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Gestores e patrões!

Que aldrabões!

Um dá números falseados,

e com tais resultados

o outro fica contente,

e engana toda a gente!

Pois sem entender que foi enganado,

transmite o falseado,

com toda a convicção!

Está criada a ilusão

de problemas resolvidos.

E dos números mexidos

irá sofrer o mexilhão,

cliente ou não.

E da fraca gestão,

ainda se ganha um dinheirão!

E porque não!

Não interessa ao patrão melhorar,

mexer no que está a dar!

Preferem deixar andar,

nem que seja para afundar!

Pois para alguns não é problema,

já é tal o esquema,

que afundando de uma lado,

em outro já é esperado.

E o mexilhão que compactuou,

à história passou.

E o sistema enganado,

teve que ser remodelado.

Mas não é erro do sistema,

é um erro social,

e inicia-se o novo esquema,

voltando tudo ao normal!



Philo Philos Pachem


Até por acaso

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Inventou-se demais

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Como gosta o homem de inventar,

e com a matemática se foi meter.

Permitiu-se economia aldrabar

agora a malta tem que sofrer.

Crise à escala global!

Dívidas, é normal

E só pensam em curtar,

quando deviam dar.

Estados com fundo perdido,

a sustentar,

todos os que quiserem participar.

Era tudo mais vivido

E mais dinheiro a circular.

Um Terra, moeda global,

morre a nacional.

Temos que seguir em frente,

de forma inteligente!

Chega de aldrabar

e criar esquemas para mais ganhar.



Philo Philos Pachem


Até por acaso

quarta-feira, 27 de abril de 2011

A revolta

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Não perdoo mas não condeno.

Julgo porque fui julgado.

De um juiz um engano,

por um psiquiatra condenado.

Dois dias sem memória,

quase 3 meses de prisão,

e não pude dizer: NÃO!

Uma triste história!

Mas não me vou calar,

vou apenas moldar,

o meu modo de agir.

Estudo o como fazer sentir

sem ter que mentir.

Mas como apagar,

o que foi construído,

para enganar!

Tem que ser destruído.

Mas aí pouco posso fazer,

pois tem que partir do ser,

a total vontade,

de seguir apenas a verdade.

Não podes acreditar

tens que saber.

A esperança é para enganar

e em dúvida não deves viver.

Parece fácil de seguir

e não haver tal necessidade.

De que vou usufruir

com tal realidade?!

O teu sofrimento,

é fruto do pensamento,

ganhas melhor entendimento.

Um grande problema,

é o grande esquema!

Dele irás sorrir

e ajudar a não consentir.

E o que irás sentir,

se quiseres partilhar,

o Mundo vais deslumbrar.





Philo Philos Pachem


Até por acaso

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ser pardal...

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Se fosse pardal,

vivia liberdade natural.

chilriava todo o dia

e apenas viver existia.

Humano e obrigado a sobreviver,

queria pardal ser.

Para olhar e não sofrer,

sentir e deixar-me ir,

viver sem me dividir,

e liberdade sentir.

Deixá-la simplesmente fluir,

tudo sem noção,

tudo com paixão,

sem ilusão!

Simplesmente existir,

passar o dia a sorrir.

Poder no outro confiar,

e viver a arte de tudo amar.

Mas não posso confiar,

há quem se oponha à paz,

e de maldades muito capaz.

E tenho que aceitar,

não têm a culpa total,

tentam ser, um ser normal.

Mas não posso confiar,

como confio no pardal.





Philo Philos Pachem


Até por acaso

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Para relembrar o dia mundial da terra! As minhas palavras continuam as mesmas.
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Parabéns mamã!



Philo Philos Pachem


Até por acaso

Acorda e renasce!

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Podes pensar que é em vão,

que falo de iluminação.

Para ti talvez uma completa ilusão!

Mas quem conhece buda,

simplesmente muda.



E dizes que procuras solução,

enquanto esperas pela salvação!

E sempre em dúvida,

vais "moldando" a tua vida!

Dizes que é sofrida,

mas é vivida!



E vives a febre do acreditar!

Assim te ensinaram a viver!

Mas quando é que vais parar?

Quando estiveres a morrer?

Só aí é que te vais lembrar,

do que é importante viver?



A mente só aceita verdade,

e acreditar é para ela uma falsidade!

Mas foi treinada a aceitar!

Então com fé continuas a acreditar,

e a mente, a enganar!



Não aceitas a negação!

Mas aceitas a ilusão

que um dia vai acabar a dor,

pois chegará o salvador!

Mas nem estando à tua frente

nele irias acreditar.

Pois corrupta está a tua mente

e contra ele te irias manifestar.



O problema está na educação,

minaram-te o bio-cultural!

Eras muito novo para dizer: NÃO!

E agora pensas ser normal!

E sofres sem saber,

onde está mal o teu viver!



Mas existe solução,

por isso fala buda em negação.

Para poderes renascer,

terás de morrer.

E no teu novo ser,

terás o prazer,

de totalmente viver

e sorrir no entender.





Philo Philos Pachem


Até por acaso

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Agora no Facebook

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Numa de experimentar a ferramenta de página e de botão de "gostar" do Facebook, agora é possível estar atento ás novidades do blog através do Facebook, basta para isso dizer "Gosto" e passará a receber através do Facebook as novidades.

Se desejar partilhar um artigo em particular também o pode fazer usando a barra que se encontra no fim de cada artigo.



Philo Philos Pachem


Até por acaso

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Tu e o Sol

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O
sol é como tu,


ofusca-me
e dá-me energia.


e
como tu,



cá estava quando nasci.


são
coisas que não se controlam,


como
a paixão.


bem
tento controlar,


mas
não há volta a dar,


tenho
que a deixar fluir


para
quê sofrer,


se
dela posso sorrir.


é
difícil, posso dizer,


mas
a culpa não existe,


então
para quê triste?


porque
na imaginação,


a
partilha não está presente,


não
existe um não,


e
o toque está ausente.


e
na percepção desta ausência,


aparecem
as lágrimas da realidade.


e
volto à minha verdade,


desaparecendo
a fantasia.


ficando
a vontade,


de
te dar alegria.





Philo Philos Pachem


Até por acaso

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O que recordar!

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E não sei que jardim,


trazer hoje até mim.


obras do passado


que ficou marcado


frutos da ilusão


da infinita imaginação.



Assim fica registado


aquilo que foi amado,


Tudo fruto do passado!


Assim ficou marcado,


para com beleza ser recordado.


Uma rosa branca ou um escorpião?


A qual dizer não?


Um lago num oasis ou uma quase floresta?


Já pouco mais resta!


Falta o da simplicidade!


E a cair na realidade,


hoje é dia não,


para me prender na emoção.


E de ir para o passado embelezar,


aquilo que me custou ultrapassar.





Philo Philos Pachem


Até por acaso

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Desistir!

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Não desisto!


E não sei porque insisto,


em imaginar,


que um dia me venhas a amar!


E continuo a lançar,


aquilo que te posso dar.


Se por palavras tens prazer,


não me fartarei de escrever.


Está cada um em seu canto,


onde o amor não merece espanto.


E eu no meu lado,


absolutamente maravilhado.


Olho o passado com delicia,


mas o presente com menos alegria.


Pois consigo passar do sorriso ao choro,


e a mim imploro:


Pára de imaginar!


Está-te a matar!


E a cair na realidade,


fico com a triste verdade,


entregue à solidão,


onde não há ilusão.




Philo Philos Pachem

Até por acaso

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Amor

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Para me dar a entender,

tenho que escrever.

Não me posso pronunciar,

impedi-me de falar.

Só lancei uma semente

e pediste-me para entender,

mas fiquei sem saber.

Saber se te tocou

ou simplesmente voou.

Pouco me importou,

sementes continuarei a lançar.

E que fosse amizade,

queria mais na realidade.

E já amei,

e quero a amar continuar.

E entendo,

como é barreira o medo.

Como podes amar

quem ambiciona nada!

Quem tem nada!

Apenas amor para partilhar.

E quer não ter-te,

mas amar-te.

Para que não sintas apego,

mas te sintas amada.



Philo Philos Pachem


Até por acaso

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Atreve-te

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acreditar é ilusão

e nunca penses que não.

faz-te ganhar esperança

e assim entras na dança.

perdes a noção que és paz

e nem sabes do que és capaz!

perdes vivência

e interpretas mal a experiência.

assim se cria o competitivo oportunista,

meramente mais um especialista!

mas na arte de enganar,

ninguém fica a ganhar.

mas consegues-te atrever

a simplesmente desaprender!

ganhas o nada,

é essa a jornada.

e quando o pensamento for mudo,

terás espaço para tudo.



Philo Philos Pachem

Até por acaso.


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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

IAI

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Pequeno universo agitado,


poucos, e fazem de tudo!


Regojizadores das minhas delicias,


fazem-no quase todos os dias.


Mas não são os únicos a dar-me alegrias!


Pois na arte de regozijar,


existem alguns que dão que falar!


Todos a aprender,


para melhor viver.


E ficaram as recordações,


das antigas instalações.


E hoje perdi a comemoração,


da talvez jovial inauguração,


mas dedico este momento


e as palavras do meu pensamento,


à entidade que além da razão


também faz crescer emoção.


Assim, IAI,


um orgulho estar ai.


A árvore centenária parte do passado,


agora a visão do Porto amado.



Philo Philos Pachem (Luís Magalhães)

Até por acaso


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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Amigo Sol

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Tu que desces calmamente,

trazes calma a esta mente,

e de repente...

foste livremente!

Tua luz ausente,

tua energia presente,

e já não há mente,

há aquele que sente.



e vai-se perdendo a energia,

não tarda é preciso mais um dia,

e a noite também dá que sentir,

mas é triste ver, certo curtir,

o amanhecer, esta a vir,

nova energia vou sentir,

e facilmente ultrapassar,

um pequeno sofrer,

fruto de ver, o não saber!

E de volta a tua energia,

preenche-me de alegria.

Sem ti não existia,

sem te sentir morreria.

mas existe algo em falta,

que não depende de ti, nem da malta,

e só a tua energia não é suficiente,

para consolar esta mente,

acabo por me contentar,

tento não a sentir ausente,

claro que me estou a enganar,

pois dificilmente estará presente,

aquela que quero amar.



Philo Philos Pachem

Até por acaso.


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domingo, 9 de janeiro de 2011

Observando a paixão!

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Pela atração,


observo a
evolução,


da minha paixão!


Já não caio na
asneira,


de ficar na
cegueira.


Permito-me a
brincadeira,


de deslumbrar a
parvalheira!


E é uma delicia,


mesmo sem haver
caricia.


Porque aconteceu?


não é problema
meu!


É belo para mim,


criei um novo
jardim,


onde existe a
ilusão,


de uma imaginação,


sem fim.


E és assim!


Para mim, algo sem
fim.


uma mente
brilhante,


que me cativou num
instante.


Mas não bastava um
olhar,


para me cativar,


Era importante o
pensar!


Sabia dizer que não,


a qualquer
atração!


Agora erraria
novamente!


Digo que não me
iludo!


Que crente!


Ainda assim
sortudo,


num olhar
diferente.


E diria que sim,


se me convidasses
para o teu jardim!


Sem medo de
sofrer,


cheio de vontade
de, ao teu lado viver.






Philo Philos Pachem


Até por acaso

domingo, 2 de janeiro de 2011

Deusa ofuscante!!

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Deusa ofuscante,


cativaste-me num
instante!


E agora ficarei
perdido,


se teu amor não
for correspondido.


Nada posso fazer,


simplesmente
acontece!


Ando-me a conter,


para ver se
desaparece.


Mas estou
ofuscado,


peço para ser
amado,


e por este meio
rebuscado,


declaro o meu
sentimento,


de te sentir a
cada momento.


Nada sabias deste
amor,


espero não te
trazer dor.


Não te preocupes
com o meu amor,


mas sim com o que
podes dar,


e se for só
amizade,


já me traz
felicidade.








Philo Philos Pachem


Até por acaso