Omninvi :: Invii demanda sapientia

Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Ilusões visuais 12

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Ilusões visuais 11

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

domingo, 22 de fevereiro de 2009

sábado, 21 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Ilusões visuais 2

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Errar é humano :) aqui está a segunda:

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Ilusões visuais 1

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E como o cerebro se deixa enganar! E não é só com palavras, encontrei umas imagens perdidas na gaveta e decidi partilhar.
Assim vai começar a saga Ilusões visuais, que tem um total de 20 imagens, que partilharei uma a uma.
Aqui está a primeira:

Boa ilusão não?!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Não deveria Bush justificar-se no tribunal internacional?

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Enganou o mundo com uma história que envolvia armas de destruição em massa, e até ver ainda não se viu armas nenhumas.
Um mero pretexto para os EUA irem buscar petróleo ao Iraque e todo o mundo concordou porque foi enganado ou deixou-se enganar. Leva-me a perguntar, será que se pode confiar nos EUA? Falam em paz e têm Deus presente na moeda, mas só desenvolvem equipamento bélico, obrigando outros a fazer o mesmo, esquecendo-se que nada se consegue à força e que violência só traz violência.
Pensam que são donos no mundo, nada mostram a favor da paz e do ambiente.
O Bush matou um ditador, mas ainda faltam muitos. E como é fácil julgar um ditador e difícil de julgar um causador de morte e medo protegido por leis que pouco têm de valor pois quantas leis foram ultrapassadas com a guerra!?
Sim senhor Bush, como gostaria de o ver julgado pelos actos que cometeu, pois não trouxe paz, apenas guerra e não havia motivo para tanto, apenas um interesse cego pelo petróleo.
O caminho da paz é difícil e complexo mas o sr Bush só ajudou a haver mais sede de vingança, pois que direito tinha ele em enviar tropas para o Iraque!?
O mal está feito, um morreu e outro deixou de governar, e a responsabilidade pelos actos cometidos vai-se esquecendo, permitindo ao que ficou, viver sem ser responsabilizado pelos actos que mandou executar, pois americano algum passará pelo o dito tribunal internacional.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

A flor, a mulher e o amor

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Está um mestre sobre uma pedra relaxado e o aprendiz inquieto de um lado para o outro sem saber o que pensar nem o que perguntar ao mestre.
Entretanto passa num caminho um pouco a baixo um casal a discutir.
E o aluno vira-se para o mestre e diz:
Mestre não entendo o amor entre um homem e uma mulher, parece mais uma guerra interminável.

Sim diz o mestre, uma guerra por satisfação individual através de uma dualidade.
Será isso amor?!
Não meu jovem, quando entenderes o amor, amaras até a pedra onde me sento.
Amar uma pedra diz o jovem monge?!
O amor é uma construção ligada ao entendimento. Quanto melhor entenderes mais amas.
Imagina uma mulher como uma flor, que lhe fazes?
Arranco-a para ser a minha flor, a minha mulher e a guardarei para sempre.
O mestre responde: - Então amarás pouco, gozaras pouco, e guardarás morte!
Entendo. Devia cheira-la, entende-la, toca-la, e esperar que no dia a seguir tenha o prazer de o poder voltar a fazer.
E o mestre diz: - Estou contente, mostraste-me a tua inteligência.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

A professora e a pedagogia

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E já lá vão os tempos em que se uma criança chega-se a casa e dissesse que levou da professora ainda era capaz de levar mais. Eu sou do tempo intermédio entre a vara e a reguada, uma usou a vara para demonstrar, funcionou. A outra usava a régua sempre que era preciso e até quando não era preciso.

Lembro-me de uma vez um amigo e colega de turma não estar com imaginação para uma composição à escolha e fez uma composição que se resume a isto: 'E o pastor foi pastar com as ovelhas'. Levou réguadas e a professora explicou que o pastor não pasta, quem pasta são as ovelhas disse ela toda indignada, sem saber porque é que o aluno não está com abertura mental para escrever. Julgou-o pelas poucas palavras e ainda por cima mal expressas, sem saber o que o aluno está a passar, sem entender que o seu pensamento não estava na aula e o momento da composição foi óptimo para a reflexão interior dos problemas em casa. Não foi pela frase nem pelo erro com as palavras que fiquei indignado foi com a atitude da professora, castigou e apelou à vergonha. E o amigo recebe mais um pouco de energia negativa. Nada de mais, pois já se está a tornar um hábito.

Agora está a chegar o tempo em que pela pedagogia e entendimento o aluno seria entendido e bem ensinado, mas ele agora pensa que é livre e rebelde e como o ensinar é imposto calmamente, a passividade e tentativa de compreensão levou ao extremo. Os alunos faltam ao respeito e a professora têm que baixar a bola, pois os pais se for bem preciso ainda vão à escola maltratar a professora.

A pedagogia devia ser livre e espontânea, ser exercida pelo pedagogo quando o pupilo estivesse com disposição ou vontade de saber, submetendo-se aos seus métodos de ensino só nesse momento. Não seria preciso escolas, apenas mentores, guias, pois se o aluno despertasse, tinha acesso à informação e só aquilo que por palavras ou imagem lhe despertou dúvida é que ia falar com o mentor. Tudo bem combinado era o que por enquanto parece uma utopia, mas é a única forma do ser humano ter uma educação activa e durante toda a vida.

Mas eu adoro utopias, e confio que a malta jovem desperte e ganhe uma boa consciência, pois é disso que o mundo precisa, cabecinhas conscientes.