Omninvi :: Invii demanda sapientia

Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Princípios de Peter e os CTT

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Hoje fui dar uma volta e passei na biblioteca municipal do Porto, como já não o fazia há algum tempo fui ver no CDU se existiam novos livros de informática e fiquei desiludido!
Entretanto como estive a ter formação de marketing lembrei-me de ver o que havia, dei com um livro antigo com o titulo Princípios de Peter, como já tinha uma certa referencia do livro resolvi requisita-lo.

Foi interessante! O livro começa logo na descasca com umas letrinhas pequeninas em baixo a dizerem "*todo o empregado tende a ser promovido até ao seu nível de incompetência."
Depois de ir desfolhando e lendo só algumas coisas, apercebi-me que ele fala muito da incompetência nas organizações.

Lembrei-me de um caso que se passou comigo com os CTT. Já faz algum tempo mas os correios nacionais chegaram a fazer publicidade televisiva dos novos códigos postais, que iria facilitar muito mais. Sim, também achei, até que chegou o dia que escrevi uma carta a uma amiga, coloquei o novo código postal, o numero de porta e o andar, realmente parecia-me bem pois assim teria que escrever menos. Espanto meu quando a carta veio para traz com o carimbo dos correios exactamente da localidade do código postal, dizendo que falta a rua!!! Bem eu se consultar a base de dados dos correios, apenas pelo código postal novo tenho a rua, praceta ou praça nos últimos dígitos do código postal e a consulta à base de dados dá-me a informação direitinha.

Reclamei, poucos dias depois vem uma carta com a resposta a dizer que o código é para uso interno apenas e não serve para os utentes!!!! Fiquei parvo com a resposta!!!

Assim achei que o principio de Peter se aplicava pois organizaram para melhor mas ficaram incompetentes na mesma.

Foi mais um caso de estupidez em serviços e sinceramente parecemos especialistas nisso!!!!

Philo Philos Pachem

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

E assim se foi um Bruxo!!!

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Uns chamavam-lhe bruxo, outros curandeiro mas acima de tudo pelo que dá para entender, um homem que dedicou a sua vida a ajudar os outros. Aqui a força do acreditar é fundamental, e além dele muitos eram aqueles que acreditavam nas suas palavras e curas. Alguém não pensou assim!! Alguém sentiu injustiça mas daí até matar á paulada!!!
Sinceramente!!! O controlo da ira devia ser ensinado mas isso também implicaria fazer sentir ira o que não é bom!

Por outro lado o sentido de justiça deve estar enraizado, aí penso que o papel do estado é fundamental, não considero que o povo português tenha este sentido de justiça, vemos a justiça como ineficaz o que leva muitas vezes a pessoas fazerem justiça com as suas próprias mãos o que não é justiça nenhuma!

Agora resta-nos desejar que justiça seja feita, e estando o mal feito onde está agora o apoio que a população tinha e sentia!

Dificilmente na região aparece um bruxo tão cedo, aquele que tiver essa coragem desejo-lhe felecidades.




Philo Philos Pachem
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Uns mais do que os outros!

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Habituado a um ambiente de cooperativismo há mais de um quarto de século, fico descontente sempre que alguem tenta ser mais do que os outros.
É o que neste momento se passa na minha praceta, se outros comerciais resolvessem fazer como faz o talho era uma bandalheira.
Já me preocupei mais com o assunto, mas não adiantou nada, directamente, recebi com más palavras e ameaças de pancada.





Na cooperativa disseram-me para não me preocupar com assuntos tão miudinhos. Não fui á camara nem á junta, nem vou, resolvi desabafar aqui no blog a minha indignação, não é que resolva alguma coisa mas pelo menos fica registada a minha indignação e descontentamento em relação a este assunto, que a lei tem já previsto mas existe sempre quem não cumpra.


Philo Philos Pachem

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O Defensor religioso contra o Ateu Saramago

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Não se pronunciado católico mas seu defensor, um jornalista do JN na notícia, Ateísmo obsessivo de José Saramago, afronta o nosso nobel da literatura, chamando-o de criança ou infantil no que diz respeito a religião! Diz que é obsessivo um ideal cósmico meramente por não o entender!
Será assim tão dificil entender um ideal baseado na ausência de Deus!? Porquê obsessivo!?
Deus é uma definição humana, uma criação humana, assim como qualquer ideal. Ideologias ou crenças baseadas na existência de Deus servem meramente de consolo para os crentes, mas não levam a entendimento nenhum, deixam o crente meramente consolado temporariamente mas perdido na mesma, assim as psi ganharam mais força, pois tentam um entendimento pelo que é, o científico trará o saber e assim o entendimento.
Se eu disser: "Se todos nos iluminássemos o planeta seria bem melhor." ou mais perto da estrutura Saramago "O planeta seria mais pacífico se fossemos todos iluminados.", pouca importância faz, alguns entenderiam e esses sorririam.
Mas como Saramago disse: "O planeta seria muito mais pacífico se todos fôssemos ateus." foi criticado! Até parece bem entendivél, qualquer visão cósmica parece utópica, excessiva, mas o jornalista analisou-a como obsessiva para no fundo defender o clero e mostrar que Saramago adora maldizer tal classe! Aí é que talvez Saramago se porte como infantil ao dizer mal daqueles que prestam consolo e apeteceu-me rematar com as frases:

"Deixem-nos consolar as almas perdidas do corpo. Aqueles que procuram a verdade interior e a encontram não precisam de consolo."

Philo Philos Pachem

terça-feira, 5 de maio de 2009

Internado compulsivamente! Porquê?!

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Apenas eu posso realmente ajuizar os meus actos. Mas a sociedade assim não pode estar construída. Quem é dono da verdade! Que seria da sociedade sem as regras!
E dentro dessas regras eu passei os limites aceitáveis, o meu comportamento alterou-se em função da minha verdade, e segundo a minha verdade a minha vida não faz sentido se a família não existir, na rejeição familiar tentei o suicídio aos olhos da minha mãe.
Esse foi o meu limite na família, mas não foi momento único onde a minha vida correu risco, estive mais de meia hora numa rua, sentado na linha continua a testar quem tinha cuidado com a vida humana e claro como eu brinquei ao limite também houve quem brincasse do outro lado!
Não culpo a família nem a sociedade por não me entenderem e às vezes por me tratarem mal.
Todos os limites ultrapassados apenas me dizem respeito a mim pessoalmente e ninguém devia ter a ousadia de me julgar, tenho todo o direito de ter a minha opinião e a minha vida, mas claro que uma coisa é ter opinião outra coisa é prática-la. E foi as minhas práticas que me levaram a um hospital psiquiátrico.
Não fiz mal a ninguém fisicamente, mas consegui mexer com o pensamento de muitos que me rodeiam. O facto de estar desempregado deu para eu começar a agir e para começar é preciso ser do início, então batizei-me a mim próprio como Philo Philos Pachem, que significa amigo dos amigos da Paz, renúnciando o mal e a igreja e comecei a minha missão. 
Por uns fui comparado a São Francisco, por outros considerado um louco e foi o medo de outros que levou um juiz sem me conhecer a assinar um mandato em meu nome.
No fim quem me rodeia ficou esclarecido que foi só uma fase louca da minha pessoa, eu perdi a consciência pela primeira vez e para o juiz foi só mais uma assinatura, para os agentes foi só mais um para levar para psiquiatria. O que mais lamento ainda foi o sofrimento de mãe, eu ainda não aceitei esta rejeição social pois eu sou um homem de paz, que só saiu prejudicado por praticar o bem.
Não conseguiram provas de doença alguma apenas conseguiram que eu adormecesse e deixasse de ter vontade de lutar por um mundo melhor.
Aos poucos voltarei a ser eu, Philo Philos Pachem.
Espero que tenha matado a curiosidade de quem anda a acompanhar o blog.
Saudações jovias e Paz  

Philo Philos Pachem

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A existência de Deus na realidade não interessa!

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Existir ou não, não interessa a questão. A existência de Deus não têm qualquer significado para um não pecador, pois quer ele exista quer não, ele estará sempre no bom caminho. Quem renuncia o mal nada tem a temer quer exista Deus quer não. E o pecado se for puramente egocentrico quem é o igual que o pode julgar senão o próprio. 
Se o pecado afecta directamente terceiros então o indivíduo tem que assumir o erro e procurar o perdão directamente a quem fez mal.
Pecar esquecendo-nos de nós próprios é um pecar menor comparado com um que afecte terceiros mas indirectamente quem se esquece de si mesmo peca com ele e com o todo na mesma pois é menos um indivíduo que está em paz com ele mesmo logo não consegue estar em paz com o todo.
Nesta sociedade dita evoluída o indivíduo para não ficar afectado com todo o mal que o rodeia passa a aceita-lo e mesmo a prática-lo ficando com a culpa enraizada e para se equilibrar procura o perdão onde muitas vezes ele não existe mantendo a culpa e por consequinte o sofrimento.
Por outro lado aquele que foi afectado também sofre, mas pouco pode fazer, pois só pode ficar à espera do momento e aí saber perdoar.
Pouco importa se Deus existe ou não, os sentimentos são provocados e podem ser bons ou maus quem renúncia o mal só consegue provocar bons e recebe a partilha tornando-se mais completo, mais gratificado. Por mais incríveis que sejam as minhas descrições não vai ser com palavras que alguma vez alguém vai sentir o sentimento que tentei descrever.
Estar em Paz com o todo, é uma missão, é um estado, é uma filosofia de vida. E poucos serão os contemplados que podem seguir esse caminho e ainda menores os que tem o prazer do contemplamento que o caminho proporciona.

Philo Philos Pachem

terça-feira, 7 de abril de 2009

Desmitificando o voto em branco!

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Durante mais de um mês deixei a sondagem: "O voto em branco é consciente?". Os 31 elementos que votaram tiveram uma maioria no sim, ainda bem pois parece-me consciente.


De muitas conversas que tive sobre o assunto, ainda existem muitas pessoas que não reconhecem a importância do referido voto em branco. Pensam que este leva a anarquia e não faz  sentido! Preferem não ir votar, que votar em branco!

Pois bem, na ausência de simpatia por qualquer ideologia, o melhor a fazer é votar em branco, pois mais de 50% de votos em branco significa que a maioria não está de acordo com nenhuma idelologia de nenhum partido, ora isto obriga a que os partidos reformulem o que andam a fazer, ou até mesmo obriga a coligações. 

O voto em branco é tão importante como qualquer outro, tem força e é participativo, ao contrário de não votar que dá força aos outros que participam, tornando quem não votou um mero seguidor não participativo que se deixou ir na onda!

Por isso não vá na onda, tem dúvidas quanto á ideologia ou mesmo quanto ao partido então seja participativo na mesma e vote em branco, seja consciente.

Philo Philos Pachem

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Materializador de particulas! A invenção que vai mudar o mundo!

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Ainda não disponível no mercado, o materializador de particulas vai revolucionar a maneira como vivemos. Imagine trocar o seu micro-ondas por um! Sim é do tamanho de um micro-ondas e permite desmaterializar o nosso lixo doméstico e materializá-lo em matéria já definida no aparelho!

O funcionamento é simples, podemos gravar no materializador o prato da avó, da mãe, do chefe e quando damos ordem para ele materializar voilá, temos o prato com a comidinha favorita.

Desenvolvido na Europa, este aparelho espera aprovação legal e estará no mercado brevemente.

Após o seu aparecimento no mercado, muitos produtos vão cair em extinção!

Philo Philos Pachem

sábado, 28 de março de 2009

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Uma amiga, citou um poema de Fernando Pessoa e ao lê-lo,inspirou-me estes versos:



Só a verdade trás felicidade,



mas para seres verdadeiro,



encontrarás contrariedade.



Não existe caminho certeiro,



explorar é uma realidade.



Mas não procures a felicidade,



pois não existe tal verdade.



Se entenderes o amor,



não terás dor,



pode ser um caminho matreiro,



mas estará próximo do verdadeiro.






Philo Philos Pachem

sexta-feira, 27 de março de 2009

Parabéns Philos Kan - Faz hoje um ano!

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Parabéns PhilosKan


E de repente já faz um ano que o blog existe! Então decidi agradecer a todos os leitores que tem tornado este espaço, um espaço credível pois sem eles o blog não faria sentido. O meu agradecimento a todos os que já são fiéis visitantes.

Espero continuar a agradar os meus leitores e que o blog ganhe mais notoriedade, mas isso leva tempo e trabalho, e com um ano de trabalho que acham? O que podia melhorar? A participação do leitor é importante, por isso convido-o a deixar um comentário ou uma sugestão.


Saudaçõs Joviais e Paz


Philo Philos Pachem

quarta-feira, 25 de março de 2009

Portugal - Dia nacional dos Centros Históricos

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Para celebrar o dia nacional dos centros históricos (dia 28 de Março, sábado), a câmara do Porto fez um programa interessante, onde pode visitar monumentos da cidade livremente e até mesmo andar pelo rio Douro de Barco visitando as 6 pontes, basta inscrever-se dia 26 e 27 nos pontos adquados.
Saiba mais em:


www.portoturismo.pt - Site Porto Turismo

www.cm-porto.pt - Site da Câmara do Porto

www.portolazer.pt - Site Porto Lazer

Eu vou ver se consigo andar no rio Douro e visitar a torre dos clérigos, adorava subir até lá em cima.

Divirtam-se e se não tinham que fazer no sábado aqui está um dica.



Philo Philos Pachem

quarta-feira, 18 de março de 2009

A abstração de um programador!!

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Esquecimento do exterior é normal num programador!


Recordo-me de um momento engraçado que se passou quando tive formação de administração de redes.
Este exemplo mostra bem o quanto um ser pode rejeitar o que o rodeia e concentrar-se só no seu objetivo ignorando tudo o que o rodeia.

Eram pouco depois das 15h e a chuva caía forte, na sala de formação estava-se em altura livre para cada um explorar os conhecimentos como queria.
Eu tinha acesso a um servidor solaris e estava a testar quanta carga o servidor aguentava, estava admirado com a resposta da máquina!
Entretanto o meio do tecto da sala caiu! Como foi mesmo no meio não afectou ninguém. Começou a chover na sala e o caos começou.
Só depois de mais de meia hora é que desligaram a luz, obrigando-me a andar à procura de outro computador numa sala vazia para voltar aos testes, e continuava surpreendido pois a máquina aguentou com mais de 50.000 processos e ainda dava resposta.
Quando mandei à máquina matar todos os processos já os colegas tinham ido para casa e eu fiquei contente com a prestação de uma máquina que nunca julguei tão capaz.
Fui embora satisfeito e orgulhoso dos testes que fiz, a chuva essa já era fraca não deu para chegar molhado a casa.

E lembrei-me de partilhar esta história para ajudar a entenderem um pouco mais a mente de um programador informático que concentrado no código, nos prazos e nas reuniões é bem capaz de esquecer tudo o resto que o rodeia, ou pelo menos perder a noção enquanto não resolver o problema que lhe foi proposto.

Sei que estas palavras não justificam um colega se ter esquecido do filho no carro ao ponto de ele morrer, mas posso dizer que entendo. A abstração e a obsseção pelo trabalho deu-lhe a morte do filho, isso para ele já deve ser pena suficiente.
Para a mãe da criança deve ser complicado perdoar, perdido o amor de mãe. Mas ainda existe amor escondido no sofrimento e pode ser esse mesmo amor a permitir o perdão de algo inédito, mostrando ao mundo a força do amor que no bom entendimento e mesmo com sofrimento consegue perdoar.

Para quem não conhece a notícia pode vê-la aqui (Fonte RTP).


Philo Philos Pachem

domingo, 8 de março de 2009

Ilusões visuais 20

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E chega assim ao fim, o conjunto de imagens que tinha na gaveta e agora também partilho no blog. Espero que se tenha divertido com os erros da mente.

sábado, 7 de março de 2009

sexta-feira, 6 de março de 2009

quinta-feira, 5 de março de 2009

quarta-feira, 4 de março de 2009

terça-feira, 3 de março de 2009

segunda-feira, 2 de março de 2009

domingo, 1 de março de 2009

sábado, 28 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

domingo, 22 de fevereiro de 2009

sábado, 21 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Ilusões visuais 2

1 comentário
Errar é humano :) aqui está a segunda:

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Ilusões visuais 1

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E como o cerebro se deixa enganar! E não é só com palavras, encontrei umas imagens perdidas na gaveta e decidi partilhar.
Assim vai começar a saga Ilusões visuais, que tem um total de 20 imagens, que partilharei uma a uma.
Aqui está a primeira:

Boa ilusão não?!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Não deveria Bush justificar-se no tribunal internacional?

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Enganou o mundo com uma história que envolvia armas de destruição em massa, e até ver ainda não se viu armas nenhumas.
Um mero pretexto para os EUA irem buscar petróleo ao Iraque e todo o mundo concordou porque foi enganado ou deixou-se enganar. Leva-me a perguntar, será que se pode confiar nos EUA? Falam em paz e têm Deus presente na moeda, mas só desenvolvem equipamento bélico, obrigando outros a fazer o mesmo, esquecendo-se que nada se consegue à força e que violência só traz violência.
Pensam que são donos no mundo, nada mostram a favor da paz e do ambiente.
O Bush matou um ditador, mas ainda faltam muitos. E como é fácil julgar um ditador e difícil de julgar um causador de morte e medo protegido por leis que pouco têm de valor pois quantas leis foram ultrapassadas com a guerra!?
Sim senhor Bush, como gostaria de o ver julgado pelos actos que cometeu, pois não trouxe paz, apenas guerra e não havia motivo para tanto, apenas um interesse cego pelo petróleo.
O caminho da paz é difícil e complexo mas o sr Bush só ajudou a haver mais sede de vingança, pois que direito tinha ele em enviar tropas para o Iraque!?
O mal está feito, um morreu e outro deixou de governar, e a responsabilidade pelos actos cometidos vai-se esquecendo, permitindo ao que ficou, viver sem ser responsabilizado pelos actos que mandou executar, pois americano algum passará pelo o dito tribunal internacional.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

A flor, a mulher e o amor

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Está um mestre sobre uma pedra relaxado e o aprendiz inquieto de um lado para o outro sem saber o que pensar nem o que perguntar ao mestre.
Entretanto passa num caminho um pouco a baixo um casal a discutir.
E o aluno vira-se para o mestre e diz:
Mestre não entendo o amor entre um homem e uma mulher, parece mais uma guerra interminável.

Sim diz o mestre, uma guerra por satisfação individual através de uma dualidade.
Será isso amor?!
Não meu jovem, quando entenderes o amor, amaras até a pedra onde me sento.
Amar uma pedra diz o jovem monge?!
O amor é uma construção ligada ao entendimento. Quanto melhor entenderes mais amas.
Imagina uma mulher como uma flor, que lhe fazes?
Arranco-a para ser a minha flor, a minha mulher e a guardarei para sempre.
O mestre responde: - Então amarás pouco, gozaras pouco, e guardarás morte!
Entendo. Devia cheira-la, entende-la, toca-la, e esperar que no dia a seguir tenha o prazer de o poder voltar a fazer.
E o mestre diz: - Estou contente, mostraste-me a tua inteligência.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

A professora e a pedagogia

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E já lá vão os tempos em que se uma criança chega-se a casa e dissesse que levou da professora ainda era capaz de levar mais. Eu sou do tempo intermédio entre a vara e a reguada, uma usou a vara para demonstrar, funcionou. A outra usava a régua sempre que era preciso e até quando não era preciso.

Lembro-me de uma vez um amigo e colega de turma não estar com imaginação para uma composição à escolha e fez uma composição que se resume a isto: 'E o pastor foi pastar com as ovelhas'. Levou réguadas e a professora explicou que o pastor não pasta, quem pasta são as ovelhas disse ela toda indignada, sem saber porque é que o aluno não está com abertura mental para escrever. Julgou-o pelas poucas palavras e ainda por cima mal expressas, sem saber o que o aluno está a passar, sem entender que o seu pensamento não estava na aula e o momento da composição foi óptimo para a reflexão interior dos problemas em casa. Não foi pela frase nem pelo erro com as palavras que fiquei indignado foi com a atitude da professora, castigou e apelou à vergonha. E o amigo recebe mais um pouco de energia negativa. Nada de mais, pois já se está a tornar um hábito.

Agora está a chegar o tempo em que pela pedagogia e entendimento o aluno seria entendido e bem ensinado, mas ele agora pensa que é livre e rebelde e como o ensinar é imposto calmamente, a passividade e tentativa de compreensão levou ao extremo. Os alunos faltam ao respeito e a professora têm que baixar a bola, pois os pais se for bem preciso ainda vão à escola maltratar a professora.

A pedagogia devia ser livre e espontânea, ser exercida pelo pedagogo quando o pupilo estivesse com disposição ou vontade de saber, submetendo-se aos seus métodos de ensino só nesse momento. Não seria preciso escolas, apenas mentores, guias, pois se o aluno despertasse, tinha acesso à informação e só aquilo que por palavras ou imagem lhe despertou dúvida é que ia falar com o mentor. Tudo bem combinado era o que por enquanto parece uma utopia, mas é a única forma do ser humano ter uma educação activa e durante toda a vida.

Mas eu adoro utopias, e confio que a malta jovem desperte e ganhe uma boa consciência, pois é disso que o mundo precisa, cabecinhas conscientes.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A busca pela PAZ

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A loucura dos cegos religiosos,

leva-os a ofuscar a verdade!

Usam meios penosos,

criando medo em vez de felicidade.



O caminho da paz,

não tem religião.

O que a cegueira nos traz,

temos que dizer não.



No caminho da paz,

só fala a verdade.

No caminho da fé

só se encontra falsidade.



No caminho da paz,

segue-se a veracidade,

o que o político nos traz,

a falacia da verdade.



E se a verdade omitem,

vive-se a mentira.

Guerras permitem,

e há quem ache cena gira!



A mente só vê verdade,

mas andamos iludidos

pois para a falsidade,

termos foram construídos.



Palavras manhosas,

Palavras maliciosas,

Iludem a mente,

Para seres mais um crente.



23.01.2009 Philo

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

A paixão

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E num estado equivalente ao de alguém que não vê solução para melhorar a condição humana. Alguém cujas condicionantes nunca tinham sido um problema, que sempre se adaptou.

Alguém que se fechou.

Como alguém que está no seu barco solitário se atira para o mar e vai sendo levado para as profundezas do oceano.


E o corpo morre, mas fica energia numa pedra, uma pedra com coração bem nas profundezas de algo, onde para um lado um abismo escuro e para cima uma pequena luz.


E num pequeno oasis, sai de uma gruta uma amiga a chorar, dirige-se para o lago, e vê suas lágrimas caírem no seu reflexo na água. E chora, como está triste esta amiga.

As lágrimas transportavam a energia do sofrimento, passam o limite da profundidade do lago e caem sobre a luz mesmo em cima da pedra que estava de coração fechado mas em paz, recebe com as lágrimas de sofrimento e desperta! Como pode haver tanto sofrimento! Depois das lágrimas derramadas, a amiga vagueia pelo oasis estando sempre uma tartaruga a observar. Até que ela se vá embora pela gruta.


A pedra com coração recebeu as lágrimas, o que contribuiu para aparecer algo de diferente, o que era meio lilás, passou a ter azul, com uns pirilampos que nadavam em função do temperamento do coração da pedra.

E certo dia a menina sai da gruta e nas suas lágrimas para o lago, deseja alguém que a entenda.

E a pedra ao receber tais lágrimas projecta-se para cima cheia de energia, uma afirmação, estou aqui para ti.


E a amiga a olhar o lago já não vi-a o reflexo dela mas sim de alguém! Está alguém do outro lado! E olha para trás pensando que não estava sozinha e não está ninguém. E olha para o lago novamente e vê-se acompanhada por alguém. Agora ouve uma voz.


Olá amiga. - disse. A amiga muito assustada diz: - Olá.

Quem és tu? - pergunta assustada.

Eu sou quem procuras, quem pediste, eu sofro por ti se quiseres, desde que tu fiques bem eu aguento tudo, não quero é ver-te chorar.

Tu desejas-te, eu apareci.


E o entendimento foi absoluto, os desejos foram todos preenchidos.

Uma vez nadaram do lago até a uma cascata, e ficaram de pé a sentirem-se um ao outro, sem penetração normal, eram os dedos dele e a mão dela que apreciavam os sexos. Tudo pelo tacto.

De outra vez foi um experimentar de posições, umas com pujança outras mais suaves.


A paixão começava a cegar, então o amigo pergunta à amiga:

- Ainda não entendes a paixão?

Vens aqui procurar entendimento, harmonia e no fundo só satisfazes os teus desejos. E não tarda apareces insatisfeita.

Ainda não entendeste o ciclo?

Sim a paixã é como uma flor.

O amigo sorri e diz:

Sim, e o desejo entendeste?

A menina responde:

É também como uma flor.

E o amigo pede para ela não comparar, para definir o ciclo.

Ela diz que não consegue.

E o amigo diz:

O desejo é um mero ciclo entre a satisfação e a insatisfação e nunca se está satisfeito.


A tartaruga não tem visto a menina.

E em redor da pedra os pirilampos dançam em harmonia.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A mudança

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Este blog foi criado na primavera, mas essa flor já morreu.

Agora este blog renasceu.

Porquê o castanho?

Simboliza o outono, o início da mudança, e é disso que estou à espera, da mudança de consciência, de mentalidade.


A anémona-do-Japão é uma flor que nasce no outono, enquanto muitas morrem.

São duas porque são dois renasceres, um no outono outro no inverno.

A água é vida, e eu sou paz.




O inverno está representado com o céu, um céu de inverno que fotografei.


E assim renasce um blog, que tinha castanho, mas não tinha significado, que nasceu em março, na primavera, e foi no acentar de idéias do inverno, que este blog ganhou significado. O philo despertou outra vez mas desta vez mais consciente, tanto dos erros que anda a cometer como dos que anda a mostrar.

As datas do blog não estão bem e quando resolver alterar isso, tanto em artigos já publicados como em artigos por publicar, as datas podem influenciar os feeds. Por isso recomendo a inscrição no grupo philoskan, pois aí independentemente da data o amigo leitor será notificado. Claro que pode não se inscrever e ir lendo os artigos, que ficarão perdidos, por acaso.


Fica também aqui a nota que se um artigo tem palavras entre (app), significa que existe um artigo para publicar mas ainda não foi publicado.



08-09-2010 Mudança Novamente






 Este era o modelo, que falava em cima, mas agora já mudei para laranja, energia positiva, onde cada bola representa um acaso isolado.

 Este modelo actual foi pouco mexido, apenas tirei a barra de blogger, mantive o rodapé com o autor original e estou a simplificar e criar ligações entre os artigos de forma a tornar o blog ainda mais navegável. Não foi bem no autono, mas foi quase que o blog, teve outro renascer.









.

Saudações joviais para todos os amigos leitores.



Até por acaso,



Philo Philos Pachem

sábado, 3 de janeiro de 2009

Viver em harmonia

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Colados com tecnologia,

no som a euforia.

Mas uma tristeza,

a maldita da incerteza.

Vida corre a cada momento,

mas são malditos os pensamentos.

Dinheiro ! Mulheres.

Que mais queres?

Paz e serenidade,

busca pela verdade.

E eterno será o teu ser,

que ganhou um novo viver.



philos 06-11-2007