Omninvi :: Invii demanda sapientia

Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Uma entrada com imensas histórias

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E acordei e ainda reflicto o ontem e como a minha entrada acumula já um conjunto de histórias similares e de gerações diferentes.
E ao longo destes 30 anos, a droga foi problema, mas não tem sido o problema principal mas normalmente é a originária, o espaço é privado mas semi-público logo tem estabelecimentos e os cafés dão origem ao problema maior, a ausência da prática do silêncio, algo que por aqui na nação a malta teima em não respeitar, assim o erro individual da ausência individual de moderação, praticado em grupo, temos grupos desrespeitadores, em que por aqui as práticas não moderadas são o alcool e o haxixe, duas dogras leves, uma aceite outra não, ou seja uma legal e outra ilegal.
Outro problema é a mistura pois nesse estado a moderação torna-se mais complexa e os consumos têm que ser diferentes. Aqueles que só uma delas, os com ausência de alcool conseguem moderação mais tempo, os de alcool têm tendência a passsar o moderado e desiquilibrar.
Conseguir tocar no indivíduo alcoolizado e já não moderado não é fácil, mas como com amor tudo é possível vou contar um dos momentos de ontem.
Estavamos na minha entrada, já não costumo parar muito pois torno-me cúmplice de más práticas que não consigo ajudar a moderar, quando acontece desapareço como faz o Leão, mas ontem além de dois amigos habituais que preferem a minha entrada a estar em grupo mais ruidoso, logo estando em paz eu faço companhia, estivemos na companhia de um amigo que anda a tentar moderar as más práticas.
Tendo ele naquele momento dois problemas, um físico, um ouvido está danificado e a fraca audição já o faz falar alto, algo que todos estavamos a tentar moderar, o ruído. Assim estando ele já um pouco acima do moderado mas a origem são os amigos, o que permite dívida e os que lhe dão, ele acaba por levar com uma brincadeira de um dos amigos a fazer de agente de autoridade, numa tentativa de ajudá-lo a voltar ao respeito no meio.
Como não estava a funcionar e já que a abordagem considerei errada, mostrei uma abordagem diferente.
Este amigo é um pouco mais velho que eu, está com muito dano e a tentar, assim, depois da minha serena abordagem ele age em conformidade e ainda brinquei pois se ele não praticar ruído fica 100% legal.
Um dos outros amigos chamou-me Rei por ter conseguido o que presenciou mas ainda brinquei que eu sou Pacem, um mero senhor, Rei é o Josué, afirmação ironica ainda fruto da minha indignação perante um agente autoritário e abusador.
E assim a minha entrada teve mais um dos seus momentos, onde o mais forte foi depois, onde um amigo se apresenta e no seu interesse por um cigarro levou com os melhores ensinamentos de vida que alguma vez teve.
E admitiu que lhe comia o caco, mas reconheceu o benefício rapidamente e nem queria ir embora, estava já contente a aceitar a reformatação.
Tem tempo para onde vai em pensar no assunto e já sabe como me procurar, então cada um seguiu para a paragem natural, o merecedor descanso no qual o silêncio é para a maioria essencial, pois nem todos entram em sono profundo.

segunda-feira, 12 de março de 2018

Crenças e suas práticas para uns e maravilha para vícios de outros!

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E para quem não acredita e meramente quer beber o alcool as garrafas estão cheias e até copo existe, reparem no luxo mostrado na imagem.

Tudo está comestivel para um esfomeado menos a carne.

E no fim os trocos deixados ainda permitem ir tomar um cafézinho.

E pronto no meio de um cruzamento uma macumba mas deve ter outro nome pois parece ser ao estilo brasileiro e nao africano.

E as crenças de uns a deixar permissível as más práticas de outros!

Alguém identifica a prática e o motivo?

Determinado a ser o Senhor da Paz

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Sabendo que não existe livre arbítrio logo também não responsabilidade nem culpa, tentar explicar ou fazer entender que os actos são responsabilizáveis e cada um é obrigado a aceitar que de forma a vivermos em sociedade pelos menos actos que não perturbem o todo e que se o perturbam a ele como indivíduo ele terá que aceitar que a prática nunca poderá afectar o todo, e mesmo ele abusar e mostrar-se acima da moderação não será já nem tolerado nem permitido.
Contudo a prática moderada mostrando consciência aparentemente inofensiva, a forma como obtém a substância sendo ilícita, além dos riscos para o próprio indivíduo temos também riscos de saúde ou perturbação pública e tráfego ilegal de substâncias com outras más práticas associadas.
Neste momento até para a nicotina é necessário haver contrabando, mostrando que os interesses económicos manipulam e nem permitem criar nova indústria legal fora da vigente elite, continuando o cidadão a não ter direito de escolha pois para "prevenção" tudo é escolhido por ele.
Assim e apesar do esforço merecedor nesse sentido Philo Philos Pacem sente uma Pátria que ama mas ainda não lhe consegue mostrar ser merecedora do título de Consciêncializadora em vez de autoritária e proíbitiva.
Mas para exigir mais é preciso manifestar que se quer mais mas fazê-lo em Paz, em debate e com as necessidades garantidas, como os animais, mas humanos usam palavras e só força como último recurso.
E como atacar os problemas de raiz é complicado vou fazer como na lei, primeiro a ciência e os dados estatísticos e depois a legislação.
Ou seja primeiro a explicação do motivo e depois a lei.
Existe cidadãos que pensam que se age e anda à toa e farta-se de apontar o dedo a olhar os outros esquecendo-se de si e como ajudar a mudar a sua queixa, para não ter de andar sempre a queixar-se.
Mas além de ajudar a mudar a lei, também é dever do cidadão cumpri-la. Assim se o cidadão for cumpridor será mais fácil determinar a excepção ou mudança da lei ou atribuir um caso excepção.
Mas é o cidadão cumpridor? De que leis? São elas ensinadas na escola como princípios básicos de cidadania?
E deixar andar o cidadão nas leis naturais e depois na sua ignorância aproveitar para ganhar dinheiro não é meritório para o Estado, pois trata-se de técnica de vigário.
E nesta parte do sistema, todos os envolventes têm que ganhar dinheiro, mas o sistema podia estar menos carregado e com assuntos mais meritosos e não entupido de banalidades.
Da mesma forma que se aceitou o empréstimo e o juro, que deu dívida e lucro, acções apenas méritosas e baseadas na existência e palavra, que facilmente podem destabilizar quando há incumprimento ou morte. E até mesmo afectar um todo maior dependendo da quantia e empréstimo, colocando muitos com prejuízo desnecessário.
Então mude-se o conceito de trabalho e emprego para actividade e além de o cidadão ganhar por funções de mérito aceites na sociedade ganha também por outras actividades extra estando elas sempre com uma fórmula méritosa que tal como se acordou o empréstimo e o juro agora esta taxa de actividade permite dar logo as "Royalties" a toda a gente e em vez de cobrar o cidadão, este pela sua simples actividade (prática) deu a ganhar a toda a gente.
Assim mudemos o actual controle de manipulação por dinheiro e passemos a aceitar mais a realidade correcta e manipulemos as práticas estando obviamente as más, punidas e sem direito a mérito por actividade do cidadão.
E se na altura que surgiu apontaram imensos erros, esta exponenciação de um dos erros iniciais, ainda vinga e nada de soluções, apenas foi notório o seu já exagero e tenta-se o já chamado capitalismo moderado, mas não é solução é tentar não escalar mais o problema.
Quero ajudar e fazer parte da solução mas com os erros iniciais escalados fica mesmo complexo, olhem eu aqui a usar um aceite.
Terá sido esse o erro de Moisés? Deixou o livro!
Mas esse Cristo e Buda não cometeram!
Porque cometeu Osho e ainda por cima num proibido! E pior ele sabia que suas práticas podem originar morte física!
E evitar os erros dos mestres é impossível pois pelo menos uma vez tenho que cometer a asneira pois decidi ter a experiência.
No agora apenas os aceito e achei méritosas as suas recomendações porque experienciei.
E apenas posso ser Philo Philos Pacem, amigo dos amigos da Paz, pois não proíbo, aconselho e ajudo, logo  advertir é o meu ponto mais alto antes do silêncio.



domingo, 11 de março de 2018

O padre que nunca terá perdão

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Certo que na passada semana um agente me fez ver que existem agentes autoritários e com egos abusadores.
Contudo amo as forças e agiu em fé a achar que fez tudo em conformidade e sendo eu Pacem um cidadão exigente será um assunto que em respeito e paz buscarei compreensão, primeiro perante a própria força que compreensão tem mostrado e só se não for possível é que apresentarei queixa oficial no Ministério Público.
Fazendo exactamente isso na instituição católica foi procurar o padre, ainda vivo, que me batizou.
Tinha-me batizado a mim próprio de Philo Philos Pacem e então não poderia aceitar que um nome, a entidade que os meus pais me atribuiram podesse estar associada a uma instituição que faz mal uso das palavras, Deus, fé, amor, acreditar e esperança e ainda usa o meu nome para na estatística parecer uma instituição com imensos praticantes, algo logo errado e falacioso pois só presencio más práticas, logo cristão de nome e não praticante, não posso aceitar mas sou obrigado a tolerar, então pedi ao padre que me batizou para anular o erro que fez e riscar o meu nome.
Ele ficou indignado e chamou-me louco, mas visto que queria era saber se corrigia ou não o próprio erro e ele me disse que não podia, que quem o podia fazer era uma instância superior, o bispo do Porto.
Então saí a sorrir e deixei registado que a estatística da igreja é falaciosa e como quem comete o erro é quem o deve corrigir, aquela que é a instituição a usar os dois erros iniciais à mais tempo ainda tem desculpa, pois não foi nenhum ser no agora vivo o seu originário, mas este erro foi pedido a este padre em compreensão para ser corrigido ele não quis, nunca terá o meu perdão, pois como ninguém deve corrigir os erros dos outros, o bispo do Porto não é ninguém para corrigir um erro dele.
De lembrar que cada um é apenas responsável dos actos que comete, as regras ideológicas são humanas e ainda muito longe das naturais.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Opus Dei ou Illuminati?

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Na minha opinião sendo ela modesta e não fazendo parte de nenhuma das grandes Ordens, uma ou outra é uma questão de ambição e poder. Diria que ambas à sua maneira tentam zelar pelos seus interesses e claro tentam manter um certo equilíbrio no todo. Não é interesse destruir mas sim manipular, manter poderes e interesses materiais, tudo na ordem ou seja de forma equilibrada. Contudo existem os erros iniciais mantidos e na sua exponenciação, o produto que vivemos, sociedades insanas e destruição em massa a parecermos transformadores criancinha, quando me parece que já sabemos mais, mas os erros iniciais privam a minha tese e assim temos o nosso mundo indesejado com ausência de amor e claro sem Paz, pois ambos ligam-se de tal ordem que não pode existir um sem o outro. Mas voltando às ordens reparem, Opus Dei, e ambiona logo algo não permitido, o trabalho de Deus! O trabalho de Deus a Ele compete e assim eu sendo apenas semi-Deus limito-me a fazer a minha parte, e NUNCA tentar ser ele pois a minha limitação presencial e preso ao Corpo não me permite. Sou sempre uma manifestação parcial que faz parte Dele e é ele numa pequena e ínfima quantidade, e assim aquele que cumpre e admite a sua insignificância, sem ego parece o ser com um super ego e mais significante no todo que o rodeia. Assim se tivesse escolha seria Illuminati, pois um ser iluminado é para mim igual ao conceito Zen de acordado, e como mestre Zen abraçaria muito mais aqueles que se afirmam atentos e acordados perante os problemas do que aqueles que afirmam que estão a resolver os problemas em nome de Deus pois assim implica a responsabilidade que aceitaram. Agora deixo-te a interrogativa qual destes pensas tu que errará (pecará) mais? Os Illuminati ou Os Opus Dei? E deixo a nota que já observei alguns a tentarem redimir-se infringindo dor neles mesmo como se isso desse alguma redenção, mas psicologicamente ele penos menos logo no ato de pecado tenta redenção, sendo ignorante e mostrando não saber que só ficará redimido quando parar de repetir o erro. E fui continuando a observar o masoquismo.

sábado, 17 de dezembro de 2016

Não sou rebelde

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Não sou rebelde,
pois esse morre cedo.
Falo verdade,
Mas não revelo o segredo.
Ganhei medo.
Sou agora um covarde,
Mas existo no presente,
Sempre pronto a transmitir,
apenas a quem quer ouvir.
Qualquer outro não entende,
pois do agora está ausente,
e preso na mente,
vive a sonhar,
sem saber realmente,
que está cá para amar.
Assim sou covarde,
e até á hipocrisia, mostro amor,
ela é produto da sociedade,
Escondem tanto o seu eu verdadeiro,
que ele se torna prisioneiro!
Escondem-se por detrás de estatuto,
rebentam quando aparece o ser astuto!
Vivemos a ilusão que criamos,
E continuarei covarde,
Pois, não está perfeita esta realidade?
Não posso viver nesta verdade,
tudo demasiado transformado,
tudo demasiado destruído,
despreocupação pela origem,
desconfiança no político,
confiança na marca e no produto.
É esta a nossa viagem?
Apelo ao sentido crítico!
Procura a origem de qualquer fruto,
não te deixes enganar,
tens o direito de questionar,
O direito de saber,
muito andam a esconder!
E afinal, não sou o único covarde,
muitos escondem a verdade,
produto da manipulação,
chamam, governação.
Mas esconder da população!
Não haver informação!
Não se fazer referendo!
Manter o assunto na ignorância,
e assim o povo não deu importância!
Já ninguém quer ser rebelde,
a vida sacrificar?!
Para quê na realidade?
Voltará o governar,
E os erros continuarão.
Luta sem armas demora,
mas um dia de cada vez,
dias contados tem esta ilusão,
que há milénios que o humano a fez,
e para se ver livre dela,
tem primeiro que a aceitar.
Só depois a janela,
para o erro corrigir.
Pensa no agora.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Guterres na ONU?!

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Ninguém sou para julgar e muito menos aquilo que não observei. Por aqui pelo nosso Portugal, lembra-me um homem socialista, ou seja alguém que consegue ter ideias numa linha dita de esquerda, que nada mais é do que pensar no todo e defender os mais necessitados.
E ter essa visão num mundo que se torna cada vez mais capitalista e sem rumo, sem valor pela vida, pela natureza, numa luta entre patentes e capitais, onde os ideais de outrora foram substituidos por um único poder, a moeda, o capital. Aquilo que considero o erro inicial exponenciado, a economia, esse é o poder actual. Numa visão pelos numeros estatísticos, pelo dinheiro, sem a minima preocupação pelo individuo singular, sem a preocupação de tocar no erro inicial e corrigi-lo.
Assim a própria visão futurista, leva-nos a sentir que a Paz é impossível, mas a Guerra não leva a soluções, deixando um vazio ideológico e um espaço de manobra para frentes terroristas terem argumento, seres que nada mais procuram que vingança e usam os problemas da sociedade actual como refugio e arma.
E num mundo caótico mas organizando portanto entrópico, existe sempre a necessidade de melhorar a organização, de satisfazer maior numero, contudo as bases não são iguais para todos e portanto lutas para a Paz, implicam sustentabilidade e igualdade no todo, mas o humano ainda não entendeu que é um, e assim ainda não somos uns para os outros, a desconfiança ainda é constante.
Não sei que rumo dará o nosso Guterres a uma organização que já é posta em causa a sua existência, mas poderá ser uma organização que tanto ajudará a criar Paz no Mundo como ajudará a manter a guerra, pois na realidade é uma organização Mundial, mas não ouve todos os lados e faz vingar interesses de governos, que internamente se mostram incapazes, inefecientes e sem vontade de resolver os problemas Internacionais pois acima de tudo, foram sempre incapazes de resolver os problemas internos.
Por um lado fico contente por ver um português ambicioso, que deseja Paz e está no caminho que se construiu como o politicamente mais correcto para o efeito, mas o mundo está politicalizado há imensos séculos e estar num cargo nada significa, o que se faz no cargo é que mostra, e isso ainda não se pode julgar, pois está a iniciar.
Por outro lado ainda tenho a tristeza original, pois continuo a ver politiquices e pouco efeito, num Mundo onde cada vez mais se constroi problemas em vez de criar soluções.
Assim fico com a dúvida se o nosso Guterres é parte da solução ou mais um parte do problema.

domingo, 21 de agosto de 2016

Vila flor, terra de produtos e sabores

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Sendo a terra onde nasceu a minha mãe é normal a visita, mas hoje foi um dia especial, a inauguração da festa e da feira.
No discurso de inauguração o presidente da camara fartou-se de homenagear o engenheiro Magalhães, este tem pelo que percebi ajudado ao desenvolvimento dos projectos na terra, e no seu discurso, referiu algo que achei interessante e importante, a mudança do produto foco. Isto porque frisou que o produto chave do agora mudou, o que antes era essencialmente vinho, no agora está essencialmente azeite.
A reforçar o dito no discurso, saliento como exemplo, um queijo conservado em azeite, dando-lhe um sabor um pouco diferente pois nota-se o azeite, contudo se não interessar é possivél, deixar o queijo ao ar e depois da secagem, o sabor a azeite pouco intenso fica, deixado em azeite fica conservado e com o seu sabor tradicional, um produto 100% transmontano da Quinta da Terrincha.
De salientar também o projecto da Queijaria Vaz, que segmentou os seus produtos essencialmente em queijo de ovelha, tendo um deles, por dois anos consecutivos, o título de melhor queijo de ovelha do país, no concurso queijos de Portugal. Sendo o queijo de ovelha a especialidade, conseguiram ainda assim ter várias variedades de queijo de ovelha, sendo um deles curado com malagueta, tornando-o picante, mas não abusivo, adorei todos e nem sou grande apreciador. Outros produtos disponíveis são o queijo de cabra, requijão e queijo fresco.
Mas a terra tem mais produtos para oferecer como azeitona com cura natural, azeite, mel, améndoa com casca ou miolo, e certamente que se visitar ainda descobrirá mais, como por exemplo alheira.
A terra dos produtos e sabores está cada vez melhor desenvolvida, e espero que para o ano a feira continue com um sucesso ainda maior.


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Foste esquecendo...

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Foste esquecendo a cor dos teus cabelos,
queres esquecer que tens pêlos.
Não queres o teu perfume,
escondes o teu cheiro!
Escondes quando estas em lume,
desrespeitas o parceiro.
Tudo porque foste esquecendo...
Esquecendo que és o ser dominante,
que provocas desejo num instante.
Que teu perfume é fascinante,
que nada precisas forçar,
consegues tudo a maravilhar,
colocas todos a adorar,
e teu desejo consegues conquistar.
Volta mulher, ao teu amor,
pois desiquilibrada provocas dor.
Amar é a tua natureza,
faz com subtileza,
faz crescer a gentileza,
pois um mundo sem amor,
é que se torna pobreza.
É teu dever ajudar,
a amor o mundo conquistar.

-- Philo Philos Pachem